20 Filmes românticos para assistir no Dia dos Namorados

12 de junho de 2018 11 comentários



Se você não quer enfrentar restaurantes cheios e filas intermináveis no Dia dos Namorados, uma boa opção é separar um bom filme romântico para assistir com quem você ama. Como estamos em junho, faça o tempo esquentar com um bom vinho-quente.

Separei os vinte melhores filmes românticos para assistir no Dia dos Namorados, e eles são tão bons que você nem precisa ter namorado para assistir, pode se divertir muito mesmo estando sozinha.
Juro que tentei diminuir a lista para dez filmes, mas quanto mais tentava, mais a lista aumentava. Acredite, consegui diminuir de trinta para vinte filmes.

Não precisa assistir tudo de uma vez, vá assistindo aos poucos, pois todos os filmes valem a pena serem vistos.


Coloquei em ordem alfabética....





A primeira noite de um homem (1967)


Benjamin Braddock (Dustin Hoffman) acabou de se formar e voltou para a casa dos pais. Ele se envolve com a Sra. Robinson (Anne Bancroft), mulher do sócio de seu pai, em um caso secreto e bem caliente. Tudo se complica quando ele conhece Elaine (Katharine Ross), a filha da Sra. Robinson.
O filme é lindo e a música “Mrs. Robinson” é maravilhosa. Este ´filme é o primeiro trabalho importante de Dustin Hoffman e ele já mostra bem sua grandiosidade como ator.

Filme romântico sem ser piegas ou bobinho.





Bonequinha de Luxo (1961)


Holly Golightly (Audrey Hepburn) é uma garota de programa de Nova York, bem maluquete e inconsequente, que tem como objetivo na vida casar-se com um milionário. Apesar de toda sua instabilidade, seus planos parecem caminhar relativamente bem, até que ela conhece Paul Varjak (George Peppard), um escritor, sustentado por sua amante mais velha, quando ele se muda para o mesmo prédio onde ela mora.


O filme é baseado no livro de Truman Capote, mas foge bastante da obra original, e a atriz principal deveria ser Marilyn Monroe, de acordo com o desejo de Truman Capote, mas ela recusou-se, com medo de ter sua carreira comprometida com uma personagem que se prostituía. Audrey Hepburn criou uma Holly tão leve e frágil que é impossível não torcer por ela. O filme acabou por consagrá-la como uma grande atriz.

Bonequinha de Luxo




Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças (2004)                     


Clementine (Kate Winslet) e Joel (Jim Carrey) são totalmente diferentes, enquanto ele é apagado e sem graça, ela é vibrante e colorida, até mesmo fisicamente colorida, pois muda a cor do cabelo de acordo com o seu humor, mas o casal não se encaixa e o que deveria ser um relacionamento complementar se torna algo torturante. Clementine resolve se submeter a um tratamento através do qual apaga todas as lembranças indesejadas, para tirar Joel de sua cabeça. Joel, ao ver o que ela fez, resolve fazer o mesmo, mas se arrepende e.... daqui para frente você vai ter que ver o filme para ver o que acontece.


O filme é um cult dos anos 2000 e é um filme muito estranho! Ele vale pelo roteirista, Charlie Kaufman, que também escreveu “Quero Ser John Malkovich”, criatividade não falta em matéria de roteiro e o filme que vai deixar você pensando por muito tempo.




Casablanca (1942)


Rick Blaine (Humphrey Bogart) é um refugiado da Segunda Guerra Mundial, que vive em Casablanca, no Marrocos, onde tem uma casa noturna. Uma das rotas de fuga dos nazista passa por Casablanca e Rick ajuda os foragidos a conseguirem vistos para a América.

Um casal o procura atrás destes vistos e ele encontra na esposa, Ilsa Lund (Ingrid Bergman), uma antiga paixão que o magoou muito.


O personagem Rick Blaine tem as melhores frases já ditas em um filme e oscila entre o sarcasmo e a depressão sem perder a classe.





Cidade dos Anjos (1998)


Maggie Rice (Meg Ryan) é uma cirurgiã que, ao perder um paciente durante uma operação, sente que está sendo observada. Nesta mesma sala está o anjo Seth (Nicolas Cage), que tem a missão de encaminhar a alma para a eternidade. Seth se apaixona por Maggie e se materializa para que ela possa vê-lo, mas os anjos são limitados e não tem várias sensações físicas que os humanos têm.
Para ficar com Maggie ele terá que abrir mãos de sua condição angelical.

É filme para se assistir com um lençol por perto, pois você vai chorar, e muito.


Eu amo este filme, mas tenho medo de assistir novamente, de tanto que chorei quando vi da primeira vez.




Como eu era antes de você (2016)


Will (Sam Claflin) é rico, bem sucedido, mas ficou tetraplégico após ter sido atropelado por uma moto. Depois do acidente ele passou a levar a vida recluso e evita contato com pessoas do seu passado.

Louisa Clark (Emilia Clarke) é contratada para cuidar dele e ela acaba por se envolver cada vez mais.
Embora o filme seja muito triste, tem momentos engraçados, por conta da simplicidade de Louisa e de seu entusiasmo pela vida.


Não é um filme muito original e é um bocado piegas, mas fazer oque? Eu sou piegas e adorei o filme.




Em Algum Lugar do Passado (1980)


Richard Collier (Christopher Reeve) é um teatrólogo e na noite de estreia de sua peça, uma senhora idosa se aproxima dele, lhe dá um relógio de bolso lhe dizendo “volte para mim”. Ele não entende o que aconteceu, mas fica com o relógio.

Dois anos mais tarde ele se hospeda no Gran Hotel e descobre, em um salão as fotos de antigas personalidades que frequentaram o hotel, a foto de uma mulher muito bonita, a atriz Elise McKenna (Jane Seymour), que é a mesma senhora idosa que lhe deu o relógio.


O filme é lindo e intrigante, mostrando que um grande amor é atemporal.




Ensina-me a Viver (1971)


Harold é um rapaz de 19 anos depressivo e que quer morrer. Já tentou o suicídio 15 vezes e a sua diversão é ir a funerais.

Maude é uma senhora de 79 anos, que fugiu de um campo de concentração e vive na América. Ela é pura energia.

Os dois vão se envolver e formar um casal bem diferente. Harold representa a morte, enquanto Maude representa a vida.


É um dos filmes mais estranhos e envolventes que eu já assisti. Assista deixando os preconceitos de lado, pois romance e amor não escolhe idade.




Ghost: Do outro lado da vida (1990)


Sam (Patrick Swayze) e Molly (Demi Moore) formam um casal apaixonado, mas ao saírem de um teatro, Sam é assassinado.

Sam fica em forma de espírito para ajudar Molly, pois sabe que ela está correndo risco de vida. Ele se comunica com Molly faz através de Oda Mae Brown (Whoopi Goldberg), uma médium trambiqueira.
Embora envolva morte, o filme tem lances muito engraçados por conta de Whoopi Golberg, que está fantástica no papel de Oda Mae.


Tenho uma amiga espírita que diz que esta é a melhor representação de vida após a morte que ela viu no cinema.




Harry & Sally: Feitos um para o outro (1989)


Harry (Billy Crystal) é um grande amigo de Sally (Meg Ryan), mas tão amigo que não cabe romance nessa amizade, e os dois acabam se apaixonando. O título brasileiro é bem óbvio e cafona, o roteiro seria previsível, mas apesar de tudo o filme é ótimo, pois mostra dois seres humanos com personalidades distintas que vão se envolvendo até chegar ao nível do romance.


O filme tem uma das cenas mais fantásticas do cinema, o fingido orgasmo de Sally em um restaurante, e a frase que o coroou, “Vou querer o que ela está comendo”, dita por uma das figurantes, e que foi sugerida por Billy Cristal.




La La Land – Cantando Estações (2017)


O pianista de jazz, Sebastian (Ryan Gosling), conhece a atriz iniciante, Mia (Emma Stone), e o que no início era antipatia, vai se transformando em amor. O casal se envolve, mas ambos estão correndo atrás das próprias carreiras, estão no mesmo momento de vida, o que acaba sendo motivo de desunião.

O roteiro não tem nenhuma estória criativa ou excepcional, mas La La Land é um musical que resgata os musicais clássicos da Era de Ouro de Hollywood, e os cenários e figurinos são muito coloridos e iluminados para parecerem irreais, como se tivessem sido tirados de flashes de um sonho bom.

Eu não gosto de musicais, mas mesmo assim me apaixonei por La La Land. Se você também não é muito de cantorias e danças, deixe o preconceito de lado e aprecie cada minutinho deste musical com jeito de antiguinho.





Melhor é Impossível (1997)


Melvin Udall (Jack Nicholson) é um escritor de renome que sofre de TOC e vive praticamente recluso em seu apartamento. Ele implica com o seu vizinho gay, Simon Bishop (Greg Kinnear) e com o cachorrinho dele, sendo que parte do seu dia ele gasta criando problemas para o vizinho.

Todos os dias ele almoça em um restaurante perto de seu apartamento e faz questão de ser atendido pela mesma garçonete, Carol Connelly (Helen Hunt). Um dia ela falta ao serviço devido a doença de seu filho, que sofre de asma crônica.

Melvin é horroroso, pois é machista, implicante, homofóbico, racista, não gosta de animais, é egoísta, enfim tudo de ruim que você possa imaginar, mas Jack Nicholson faz um Melvin adoravelmente atrapalhado e obriga a gente a simpatizar com ele. O filme não se sustentaria não fosse Jack Nicholson o grande ator que é.


Se você ainda não assistiu, vai se arrepiar quando ouvir o horroroso Melvin dizer para Carol: “Você me faz querer ser uma pessoa melhor”.




O Grande Gatsby (2013)


Jay Gatsby (Leonardo DiCaprio) é um milionário que dá festas grandiosas, frequentada pela fauna e flora de Nova York, mas ninguém sabe direito quem é ele, de onde surgiu, o que faz da vida, qual é a origem de sua fortuna.

Nick Carraway (Tobey Maguire) é seu vizinho e vive numa casa modesta ao lado da mansão do Gatsby, até que ao ser convidado para uma das festas, descobre que Gatsby é apaixonado por sua prima Daisy Buchanan (Carey Mulligan). Daisy é casada e mora do outro lado do lago onde fica a mansão de Gatsby.

O filme ou filmes, pois a versão de 2013 é a quinta versão de O Grande Gatsby, são baseados no livro de Scott Fitzgerald do mesmo nome.


A interpretação de Leonardo DiCaprio e de Carey Mulligan são perfeitas, o que me desagrada no filme é a mudança do final do livro nesta versão de 2013, como também o excesso de cores, mas ainda assim é superior ao filme de 1974, estrelado por Robert Redford e Mia Farrow, pois embora este filme seja mais delicado do que o atual, a atuação de Mia Farrow é desastrosa, beirando ao ridículo. Se tiver que escolher, escolha a versão de 2013, pois Carey Mullingan criou uma Daisy bem melhor e mais intensa.

Resenha completa do filme "O Grande Gatsby" - 2013

O Grande Gatsby - 1974




Orgulho e Preconceito (2005)


Sou suspeita para falar de Orgulho e Preconceito, pois amo o livro da Jane Austen e amo o filme. O filme conta a estória de Elizabeth (Keira Knightley), uma moça do século XIX que está na idade de se casar, bem como as suas 4 irmãs também estão, mas ela desafia as regras da sociedade e quer se casar por amor, chegando ao ponto de dizer não para o pedido de casamento de um pretendente, o que era uma afronta para a época.

Elizabeth conhece o seu vizinho Sr. Darcy (Matthew Macfadyen) e não o julga da melhor maneira, bem como o Sr. Darcy tem um certo receio de se aproximar de Lizzy (apelido de Elizabeth).


É impossível não torcer para que o casal fique junto e o melhor de tudo é que fica mesmo.




Outono em Nova York (2000)


Will Keane (Richard Gere) é um playboy cinquentão que não se envolve para valer com nenhuma mulher, até o dia em que conhece a frágil Charlote (Winona Ryder). Eles passam a viver juntos, mas nem a paixão entre o casal, nem a saúde frágil de Charlotte faz com que Will seja fiel.

O filme é lindo, comovente e mostra um amor intenso que durou apenas uma estação.

Quem gosta de moda, vai se apaixonar pelo estilo da Charlotte, que é muito descolado e atemporal.


Depois de assistir ao filme, você vai ficar com vontade de conhecer Nova York no outono.




Titanic (1997)


O filme conta a estória de Jack (Leonardo DiCaprio) e Rose (Kate Winslet), um casal Romeu e Julieta em alto mar, embalado pela tragédia do naufrágio do navio Titanic em 1912.

O filme é muito bonito e Jack é um artista pobretão que se aproxima de Rose, uma milionária falida que se vê obrigada a noivar com um homem de quem não gosta. Ao se ver sem saída diante do casamento que se aproxima, Rose tenta se suicidar, e Jack a salva, este é o primeiro passo para o casal se apaixonar.


O filme fez tanto sucesso que até hoje é a segunda maior bilheteria da história do cinema, e ainda que você não goste de um dramalhão, vai se lembrar da música My Heart Will Go On, cantada por Celine Dion, com carinho.




Tootsie (1982)


Michael Dorsey (Dustin Hoffman) é um ator desempregado que não consegue nenhum papel devido ao seu gênio intratável, então para poder trabalhar ele se veste como mulher, muda o nome para Dorothy Michaels e consegue um papel numa novela vespertina. Sem que ninguém desconfie que Dorothy é um homem, seu papel na novela vai crescendo e ele ganha inúmeros fãs. O problema é que Michael/Dorothy se apaixona por uma de suas colegas de elenco, Julie (Jessica Lange). Tudo fica ainda mais complicado quando o pai de Julie se apaixona por Dorothy.


Muitos críticos apontam o filme como sendo cheio de clichês e previsível, mas hoje está sendo visto como um dos melhores filmes já feitos e Dustin Hoffman está perfeito no papel de Dorothy.




Um beijo roubado (2007)


Elizabeth (Norah Jones) é traída pelo namorado e ao ser abandonada entrega as chaves do apartamento dele para Jeremy (Jude Law), que administra um pequeno café/restaurante em Nova York, para que ele entregue ao dono. A atração entre ambos vai crescendo à medida que ela começa a frequentar o café, mas Elizabeth resolve partir em uma viagem pelo país procurando esquecer o seu romance fracassado. Nessa jornada, os personagens e estórias secundárias, são sensacionais, e eles dão vida ao filme.

Um Beijo Roubado não é um filmão, mas é um filme envolvente e passa bem a ideia da solidão das pessoas em uma cidade grande.


Quando assisti pela primeira vez, me identifiquei muito com a Elizabeth de Norah Jones, pois vivi algo semelhante quando morava em São Paulo, na Vila Madalena, e em muitas noites todo apoio que eu tinha era do Nonato, o dono de um barzinho/restaurante que ficava perto do apartamento onde eu morava. Nunca me envolvi com o Nonato, mas tinha nele um ótimo amigo quando a solidão batia forte.




Um Lugar Chamado Notting Hill (1999)


Anna Scott (Julia Roberts) é uma famosa estrela do cinema americano que vai filmar em Londres e em uma hora de folga entra em uma livraria de livros de viagens. Ali conhece o tímido Will (Hugh Grant). Depois de alguns encontros eles acabam se envolvendo.

O filme é uma comédia romântica cheia de clichês, mas o roteiro redondinho funciona bem. As piadas são boas e ainda por cima tem Rhys Ifans, como Spike, amigo de Will, que consegue arrancar boas gargalhadas do público.


A foto que usei para ilustrar é de uma de minhas cenas favoritas no filme, e quem já assistiu vai lembrar de Anna implorando pelo amor de Will.





Uma Linda Mulher (1990)


Vivian (Julia Roberts) é uma prostituta que tenta sobreviver em Los Angeles, deve o aluguel e mora em um buraco, quando encontra Edward (Richard Gere), um milionário que se perdeu na cidade. Ela entra no carro dele para levá-lo até o hotel onde está hospedado, lá chegando acaba sendo contratada por ele como acompanhante por uma semana.

Eu já resenhei Uma Linda Mulher aqui no blog e é um filme que vale a pena assistir, pois os dois atores estão fantásticos nos personagens.

💙💙💙

Qual o seu filme romântico favorito?

Tem algum programa especial para o Dia dos Namorados?



Comente com sua conta Blogger
Comente com sua conta Facebook
Comente com sua conta Google+

11 comentários :

  1. Boas dicas,alguns vi e valem ser revistos! bjs, chica e lindo dia!

    ResponderExcluir
  2. Betty, o meu favorito e que assisti com meu marido zilhões de vezes, pois faz parte da nossa história é CIDADE DOS ANJOS.

    Nunca saímos no dia dos namorados, sempre ficamos em casa, juntinhos e, comemorando também, nossos níver de casamento. Hoje, comemoramos 14 anos de casamento.
    Bjs e um feliz dia dos namorados para vocês.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi Isabel,
      Parabéns pelo aniversário de casamento! Que romântico , casar no Dia dos Namorados! E que venham muitos anos felizes mais. 😙❤

      Excluir
  3. Ótima seleção, mas de tantos que já vi, Orgulho e Preconceito, verei sempre! Amo! Não enjoo!

    ResponderExcluir
  4. oi Betty, eu sou muito chorona pra filmes e me recordo que sai do cinema em prantos quando assisti Titanic e talvez por isso, esse filme ficou marcado na minha vida.

    Para o dia de hoje, não tenho programação... se aparecer alguma coisa, o programa será em 4 (rs).
    bjk

    ResponderExcluir
  5. meu preferido é orgulho e preconceito amo jane austen

    ResponderExcluir
  6. Betty
    Excelentes filmes, ah[lguns já vi e revi várias vezes ahahaha De todos, o filme que odeio e detesto é o Melhor è Impossível... argh hahaha.
    Amo Orgulho e Preconceito, me encanta!
    Um cheiro grande!
    DMulheresInstagram

    ResponderExcluir
  7. Amei todos os filmes! Acho sensacional UMA LINDA mulher, aquele homem milionário, frio, de negócios, se render para uma mulher cantando desafinada na banheira foi o ápice...


    ResponderExcluir
  8. ótimas indicações de filmes, principalmente esses mais classicos já vi varias vezes e adoro

    www.tofucolorido.com.br
    www.facebook.com/blogtofucolorido

    ResponderExcluir
  9. This is a very awesome page with unique stuff i loved this page.

    ResponderExcluir
  10. Seleção perfeita, assisti alguns e assistirei sempre que der, amo!

    Beijos ♥

    ResponderExcluir



SUBIR