Autoestima e autocrítica como balancear as duas

5 de outubro de 2018 7 comentários

Autoestima e autocrítica como balancear as duas

 Antes de começar este post fui verificar a definição de autoestima e tem tantas definições diferentes que fica difícil englobar tudo num só conceito, mas dando uma pincelada grosseira no termo, autoestima seria a visão subjetiva que a pessoa tem de si mesma, podendo ser positiva ou negativa.

Já autocrítica seria a capacidade da pessoa reconhecer suas qualidades e defeitos.

Já vou adiantando que não sou uma pessoa boazinha comigo mesma e tenho uma capacidade de autocrítica feroz, capaz de me derrubar em qualquer situação, o que é de alguma forma doloroso, mas também tem suas vantagens, pois se alguém tenta me magoar me jogando para baixo, tem que realmente ser muito bom nisso para me atingir, vez que eu já fui espancada pela minha autocrítica de um tanto que dificilmente alguém consegue me superar.

Sou muito exigente para comigo mesma, bem mais do que sou para com as pessoas a minha volta.
Não sou uma pessoa com a autoestima no topo, mas até que lido bem com minhas limitações físicas e emocionais. Como me considero uma pessoa em construção, diria que estou num processo de autoaceitação continuado.

Mas às vezes eu invejo uma pessoa tipo Gretchen, pois ela me parece tão bem resolvida! A Gretchen parece estar bem com o seu corpo, com a sua situação e se acha linda! O povo ri, o povo malha a Gretchen nas redes sociais, ela virou meme por causa de sua aparência, mas nada parece afetá-la.

Eu diria que a Gretchen não tem autocrítica, mas isso não parece incomodá-la nem um pouco.

Eu não sei você, mas eu tenho receio de cair no ridículo, de não parecer bem fisicamente, de abrir a boca e falar alguma bobagem por falta de conhecimentos em algum assunto, enfim, vivo me restringindo e me policiando sempre esperando dar o melhor de mim, mas acredito que gente mais sem noção, como a Gretchen vive bem melhor do que eu.

Olhando friamente, à medida que a autocrítica de uma pessoa sobe, a autoestima parece ser afetada para pior, e vice-versa, autoestima alta parece se fazer acompanhar de uma autocrítica baixa.
Será que tem um jeito de balancear as duas?

Eu não quero ser tão contida e carrasca de mim mesma como eu sou, mas também não pretendo colocar uma shortinho como a Gretchen e sair por ai me achando a última bolacha do pacote, como a Gretchen.

A verdade é que a autocrítica pode ajudar a gente a se adaptar à vida em sociedade, mas se a alimentamos muito ela se torna um bicho feroz que acaba por devorar grande parte da nossa alegria de viver.

Então entre alimentar positivamente sua autoestima ou sua autocrítica, escolha alimentar a primeira e que se dane o que pensam de você, afinal ninguém vai pagar suas contas.



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7 comentários :

  1. Hello, querida Betty!
    A Gretchen é admirável, ela recebe tantas críticas e está sempre dando a volta por cima, eu não sei por dentro como ela reage.
    Uma pessoa de 59 anos como a Gretchen andar de shortinho tem que ter o senso do ridículo.
    Eu tenho 44 anos vou usar short só por mais três anos, a idade pesa. Rs

    Betty
    Você é linda, parece uma princesa a admiro muito!

    Beijinhos e ótimo findes ♥

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    Respostas
    1. Oi Andréa,
      Vc é linda e está ótima, vai poder usr short até os 80!
      A Gretchen transforma o negativo em positivo e vai em frente. Queria me sentir tão empoderada quanto ela.
      Beijos

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  2. Gosto da Gretchen!! Ela muito transparente ,admiro ela bjo

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  3. Admiro mulheres que lutam e enfrentam tempos turbulentos com garra. Ela é um destes exemplos,como muitas de nós .
    Abraço

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  4. Oi Betty... eu tenho muiiito mais autoestima do que autocrítica, rssrs
    Não estou nem aí, mas é logico que antes da autoestima eu tenho bom senso, isso é muito importante!!!
    Beijosss

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  5. Olá Betty! Eu tenho uma boa dose de auto-estima mas sou super crítica comigo mesma. Sei o que fica bem e o que fica mal e isto é bom para n cair no ridículo. Você está ótima e eu adoro ver como você cuida de si. Boa semana amiga,beijinhos!

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  6. Mais admirável é que ela manteve a autoestima ao longo dos anos, afinal foi uma mulher desejadíssima, rainha do rebolado. Enfim, perceber que não tem mais a beleza da juventude (pq não, ela não está bonita!) que não atrai olhares como antes deve ser bem mais complexo do que para meros mortais que nunca foi nenhum simbolo sexual.

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