A bolsa feminina perfeita para chamar de sua

A bolsa feminina perfeita para chamar de sua

 

Bolsa feminina perfeita como escolher

Toda mulher tem uma ou mais bolsas (acredite, tenho uma amiga que só tem uma que ela troca quando enjoa, não é o meu caso, acredite, eu tenho muitas), e elas são um acessório poderoso na composição de um look, seja de um look para o dia a dia, seja um look para a noite, mas vamos deixar as bolsas para noite para um outro post, pois se tem muito o que falar sobre bolsas femininas para o dia a dia e se você é apaixonada por bolsas, como eu, então vai amar este post, pois tudo o que você precisa saber para escolher a bolsa feminina perfeita para chamar de sua você vai encontrar aqui.

A definição de bolsa seria um pequeno saco de couro, plástico, tecido, ou outro material para guardar dinheiro e moedas. Digamos que esta definição é bem simplista, pois tenho bolsas de vários tamanhos e não levo apenas dinheiro nelas.

Definindo romanticamente bolsa: Bolsa é aquele objeto que uma mulher usa junto ao corpo no qual ela carrega parte do seu mundo dentro, podendo conter além de dinheiro, seus cartões de crédito, seu celular, seu nécessaire, agenda, fotos de pessoas queridas, cartões de visitas profissionais, remédios, absorventes, lenços descartáveis, perfume, desodorante, chicletes e um monte de esperanças de que seu dia vai correr bem. Esta é da definição de uma bolsa feminina.

Bolsa feminina perfeita como escolher

Quais os tipos principais de bolsas femininas?

 

Eu divido em seis tipos: clutch, bolsa tiracolo, bolsa transversal, bolsa de alça, mochila e pochete.

Clutch é aquela bolsa que você carrega diretamente na mão, sem o auxílio de uma alça.

Bolsa tiracolo é aquela que tem uma alça mais longa permitindo que você a carregue no ombro deixando as mãos livres. 

Aqui vai uma curiosidade: Sabe quem criou a bolsa tiracolo? Coco Chanel, em 1939. Ela sentiu necessidade de ter as mãos livres e adicionou uma alça mais longa em uma bolsa comum, mais tarde, inspirada pelas bolsas que os carteiros usavam, em 1955, Coco Chanel criou a sua bolsa icônica, a 2.55. A bolsa recebeu este nome porque foi criada em fevereiro de 1955.

Até hoje este modelo de bolsa é usado e todas a boas marcas têm um modelo similar em seu acervo.


Bolsa feminina perfeita como escolher

Bolsa transversal nada mais é do que um bolsa a tiracolo com a alça longa o bastante para se usar cruzada no corpo. É um dos modelos de bolsa mais práticos que existe para o dia a dia. 

Bolsa com alça de mão é aquela cuja alça é mais curta, e você coloca a alça no antebraço ou na mão para carregar.

Mochila é uma bolsa com alças colocadas estrategicamente no dorso para permitir o seu uso nas costas.

Pochete é aquela bolsa acoplada a um cinto para ser usada na cintura. A pochete foi muito usada nos aos 80 e foi relançada há alguns anos como uma aposta fashion, mas não atingiu a aceitação que teve nos anos 80.

 

Basicamente os tipos de bolsas femininas que existem são estes seis, embora elas se dividam em sub tipos, como: bolsa saco, bolsa tote, bucket, bolsa cesto, bolsa redonda, etc.

Estes sub tipos são desenhos diferentes de bolsas e você pode ter uma bolsa com alça de mão que seja uma bolsa tote, ou uma bolsa transversal que seja uma buckt (bolsa balde), por exemplo.


Bolsa feminina perfeita como escolher

Como escolher a bolsa perfeita para você usar no dia a dia

 

A bolsa perfeita para o seu dia a dia é aquela que é prática, sem deixar de ser charmosa e agregar personalidade ao seu estilo próprio.

Escolha uma bolsa que você posa carregar sem esforço, então as melhores são a bolsa tiracolo e a bolsa transversal, pois com elas você terá as mãos livres.

 

Qual tamanho de bolsa escolher?

 

Você vai ter que escolher o melhor tamanho para a sua necessidade. Tem aparecido uma micro bolsa no street style que não dá para carregar nada dentro, nem mesmo o celular, ou um cartão de crédito. Você pode até ter uma micro bolsa para compor um look especial, mas não dá para usar no dia a dia, para ir trabalhar, ir ao supermercado, levar as crianças para a escola e todos os demais afazeres do dia a dia. Até dá para usar uma bolsa pequena, mas não minúscula.

Eu deixo as bolsas pequenas para usar para sair, ir a um almoço ou jantar, mas no dia a dia em prefiro bolsas médias ou grandes, devido a praticidade.

 

Quais tamanhos de bolsa estão na moda?

 

Já teve uma época que as bolsas pequenas sumiram e as maxi bolsas ganharam destaque. As bolsas ficaram tão grandes que pareciam verdadeiras malas! Eu tenho uma bolsa enorme remanescente de 2010, que eu não tive coragem de desapegar e ela é tão grande que hoje eu uso para viagens curtas, como uma maleta de mão, mas ela já foi bolsa que eu usei no dia a dia.

Hoje todos os tamanhos de bolsas são validos e até mesmo as maxi bolsas estão de volta, fazendo contraponto com as micro bolsas.


Bolsa feminina perfeita como escolher

A cor perfeita para a bolsa perfeita

 

 Normalmente as cores sóbrias ou as cores neutras vão bem com todos os looks, mas se você quiser dar um up no seu look, escolha uma bolsa de cor forte. Eu adoro bolsa vermelha, mas não é minha cor de bolsa preferida, pois tem as suas limitações.

Eu gosto muito de bolsas que tenham mais de uma cor, bolsa cujo design trabalhe com blocos de cor, e este tipo de bolsa tem aparecido bastante no street style do hemisfério norte.

 

Este tipo de bolsa quebra o tédio dos looks neutros e harmoniza com vários tipos de looks, sejam looks clássicos ou descolados. Eu tenho mais de uma bolsa trabalhada no color blocking e quando escolho uma bolsa, escolho mais pelas cores do que pelo modelo das mesma.

 

Novo normal e a sustentabilidade

 

Depois de definir qual o modelo e qual o tamanho de bolsa feminina vai ser a perfeita para você, é bom ter consciência de que estamos vivendo um novo normal e mesmo com o fim da quarentena, a fast fashion, aquela modinha descartável, vai cair em desuso.

Tudo indica que vamos procurar por produtos mais duráveis. A moda do novo normal tem como foco sustentabilidade. Nada de ter 50 bolsas de qualidade duvidosa, o melhor é escolher uma bolsa de boa qualidade, com bom acabamento que vá acompanhar você por muitos anos, e que talvez fique de herança para sua filha.

É a hora de pagar um preço justo por algo que valha a pena ter.


Looks para trabalhar em home office e manter a sanidade mental

Looks para trabalhar em home office e manter a sanidade mental

 

Looks para trabalhar

Muita gente continua trabalhando em home office por conta da pandemia, e muita gente vai continuar a trabalhar em home office mesmo quando a pandemia e o isolamento social tiverem acabado, então tem surgido uma cultura fashion que para trabalhar em home office você precisa estar confortável.

Mas afinal o que é estar confortável? O que tenho visto no instagram e em muitos blogs e sites de moda são sugestões de looks com calças de moletons, camisetinhas, shorts largos e até mesmo pantufas. Sem dúvida estas roupas são confortáveis, mas se olhar no espelho todos os dias e se ver como se fosse fazer uma faxina no banheiro é contra producente! Depois de seis meses de pandemia o melhor é manter a sua sanidade mental para poder produzir bem em home office, e uma das maneiras de se sentir bem consigo mesmo é acordar no horário certo para trabalhar, programar o seu dia como se estivesse no escritório da empresa, se maquiar e se vestir para isto.

Porque você deve usar maquiagem na quarentena

Se vestir bem para trabalhar faz com que no aproximemos da normalidade do nosso dia a dia de antes da pandemia e a Carla Mielitz parece ter descoberto isto em seu instagram.  A Carla, que é carinhosamente conhecida como Carlinha, é minha amiga há muitos anos e eu tive a sorte de conhecê-la pessoalmente. A Carlinha é bonita, descolada, charmosa e sabe se vestir como poucas fashionistas.

Carlinha é daquelas fashionistas que sabe trabalhar looks tanto em tons neutros quanto em blocos de cor. Ela também sabe aproveitar muito bem as peças de roupas e assessórios que tem em seu closet, e no instagram dela você vai notar que, embora ela não repita looks, ela repete roupas. Suas combinações de peças criam um número infinito de looks e todos de muito bom gosto.

Separei dez looks da Carlinha para você se inspirar e começar a se vestir como se fosse enfrentar uma reunião com os executivos mais importantes da área no escritório onde você trabalha.

Looks para trabalhar

Looks para trabalhar

Looks para trabalhar

Looks para trabalhar

Looks para trabalhar

Looks para trabalhar

Looks para trabalhar

Looks para trabalhar

Looks para trabalhar

Looks para trabalhar


Todas foto pertencem à Carla Mielitz
Achados da segunda semana de outubro

Achados da segunda semana de outubro

Todos os clichês de Emily Em Paris - engraçados ou irritantes

Todos os clichês de Emily Em Paris - engraçados ou irritantes

 

Emily Em Paris Série Netflix

Emily Em Paris é a série mais assistida no Brasil no momento e teria tudo para ser uma série no mínimo fofa, pois a Lily Collins é linda e boa atriz, as tomadas externas da cidade de Paris são deslumbrantes, o figurino é maravilhoso e a série é dirigida e criada por, Darren Star, o mesmo diretor e criador de de Sex And The City, mas em dois tempos você dá conta que abusaram dos clichês sobre os franceses e sobre Paris.

Se o criador soubesse trabalhar com os estereótipos, como o fato dos franceses fumarem demais, poderia funcionar como algo engraçado, mas em vez disto virou algo irritante e grosseiro, pois é uma enxurrada de inverdades sobres os franceses que são jogados na nossa cara minuto após minuto.

 

Eu estive em Paris duas vezes na vida e acho a cidade encantadora, mas não chego a ser uma especialista em Paris, mas pelo que pude ver por lá:

 

Paris é uma cidade limpa

Embora os cães circulem com seus donos pela rua, nunca vi fezes ou fui premiada com um sapato atolado na lama como a Emily consegue fazer mais de uma vez.

 

Franceses são simpáticos

A série Emily Em Paris retrata os franceses como muito arrogantes e antipáticos, o que não é verdade. Quando você vai para um país, deve lembrar-se que aquele não é o seu país e deve respeitar os costumes locais. Se você cumprimentar um francês, antes de se dirigir a ele, ele vai reagir com simpatia e cordialidade.

Bem diferente do clichê dos franceses arrogantes, eles se desdobram para serem gentis e atenciosos.

Eu não falo francês e, tanto eu como meu marido arranhamos muito mal o inglês (eu estou melhorando e ainda vou chegar lá), quando estivemos em Paris queríamos chegar até um determinado ponto através do metrô. Ao perguntar ao guarda do metrô, com muita mímica e um endereço escrito num cartão, ele não teve dúvida de deixar seu posto, com o maior sorriso no rosto, e se dirigir conosco até um mapa da cidade na parede para mostrar que estávamos muito perto de onde queríamos ir.

Fomos bem tratados em pontos turísticos, em lojas e até mesmo em uma quitanda perto do hotel onde estávamos hospedados.

 

Se você não gosta de carne sangrando, não peça carne

Emily Em Paris mostra um chef de cozinha que não aceita que digam que a carne que preparou não está ao ponto, embora a carne esteja sangrando, e isto parece ser verdade. Os franceses tem outra definição de carne ao ponto que não é a nossa.

Da primeira vez que fui a Paris eu ainda comia carne (hoje sou vegetariana) e pedi um filé bem passado. Por filé bem passado eu entendia um filé tipo sola, quase carbonizado, mas o tal filé veio sangrando. Pedi para que passasse mais o filé e o chef da cozinha não gostou. O tal filé voltou praticamente da mesma maneira. Resumindo, comi só o acompanhamento que eram legumes refogados e aprendi a não pedir carne em lugar nenhum da França.

Vegetarianos não passam fome em Paris

Embora sejam raros os restaurantes vegetarianos em Paris, e os menus sejam praticamente compostos só por pratos com carne, não tive problemas na minha segunda visita a Paris, pois em todos os restaurantes que estive, ao explicar que eu era vegetariana, o garçom pedia um minutinho, ia até o chef, e voltava com várias sugestões vegetarianas ou até mesmo veganas.

Emily Em Paris série Netflix

Franceses são fumantes

Parece que os franceses fumam mais do que nós ocidentais, mas eles fumam em cafeterias abertas, não vi nenhum cigarro aceso em um café ou restaurante fechado.

Na primeira vez que estive em Paris, os cafés eram mesmo enfumaçados, mas logo que o cigarro foi demonizado, isso acabou por lá também.

Em Emily Em Paris mostram que na agência, em que ela trabalha, o pessoal fuma. Nunca estive em um lugar daquele tipo em Paris, mas quem já esteve afirma que aquilo não existe mais há muito tempo.

 

Franceses não são sexistas

Em um episódio, mostram que um perfumista famoso expõe uma mulher nua em um anúncio de um novo perfume, e Emily alerta que aquele anúncio seria sexista e poderia pegar mal em outros lugares do mundo.

Na verdade, há mais de trinta anos os anúncios franceses não exibem uma mulher nua. Franceses jamais agiriam como aquela agência ou aquele perfumista agiram. Aquela é uma visão clichê bem americana de como os franceses agem ou agiriam.

 

A série Emily Em Paris diz bem mais sobre os americanos do que sobre os franceses ou parisienses

Sem querer generalizar, mas já generalizando, muitos americanos são prepotentes e se julgam donos do mundo, taí o Donald Trump que não me deixa mentir.

Em uma viagem que fiz para o Peru, numa parada em Cusco, para poder seguir para Machu Picchu no dia seguinte, assisti a um show de grosserias de um bando de americanos. Eles cruzavam as pernas e colocavam os pés em cima das mesas de um bar, e um deles, sob o aplausos de todos, acendeu um charuto, com notas de dinheiro peruano. Eles eram ricos e estavam gastando muito, mas imagine se aquele bando pôde contar com a simpatia dos donos do local. É claro que não! Beberam comeram e pagaram bem, mas se alguém perguntasse para eles como eram os peruanos, provavelmente diriam que eram frios, antipáticos e distantes. Qualquer um que se comportasse como eles se comportaram, não receberia a melhor acolhida.

Muitos anos depois, via algo parecido em Saint Martin, no Caribe. Um navio de americanos aportou e quando os americanos desceram, eles entraram nas lojas empurrando aos demais clientes. Um dos guias comentou que eles sempre eram assim e que provocavam as piores reações nos locais.

 

Emily Em Paris os10 melhores looks da primeira temporada da série

 

Para não assustar você de vez: A série não é ruim, apesar dos clichês. É romântica, engraçada, mas não é uma série inteligente como Sex And The City, menos ainda inovadora. Serve como diversão e é uma maneira de acreditar que tem um mundo lá fora em que a pandemia não existe e que se existe, um dia vai acabar.

Assista, mesmo sabendo que é bobagem, mas uma bobagem boa para passar o tempo.

A vida é frágil e não vale a pena arriscá-la por um chopp gelado

A vida é frágil e não vale a pena arriscá-la por um chopp gelado

Covid e como não arriscar a vida para se divertir

 

Acho que estou ficando paranoica com esta pandemia... Estou vendo amigos e parentes viajando, saindo, gente sem máscara para todos os cantos e festas e mais festas, sem respeitar minimamente o isolamento social. Estou em uma área em que os casos de covid-19 estão em alta, mas na verdade pouco importa se estão em alta ou em baixa. No Brasil, no domingo a média móvel foi de 544 mortes pela doença, o que indica que a contaminação está caindo, mas eu acho que o número é alto, muito alto!

Nas últimas 24 horas, no sábado, foram mais de 34.000 infectados.

Imagine que tivessem só 6 infectados na cidade de Bauru, o que seria ótimo não é? Ótimo coisa nenhuma! Basta que você vá a um barzinho e um desses 6 tenha sentado na mesma cadeira que você se sentou, para que possa ocorrer uma contaminação. Sei que muita gente não está pegando, mas você sabe como está sua imunidade hoje? Já me aconteceu de viajar num final de ano e pegar herpes zoster, um tipo de doença doloridíssima e que uma das causas é baixa resistência orgânica. Eu estava ótima, parecia ótima, e peguei. Imagine pegar covid-19 e ir parar num respiradouro, para não falar em desfecho ainda pior.

Eu sei que a vida tem que continuar. Esta semana vou ter que ir a trocentos lugares para dar andamento a alguns negócios. Vou tomar todo o cuidado possível para não contaminar e nem ser contaminada, eu vou porque é necessário. Meu marido vai ter que fazer fisioterapia, ele precisa, não é para se divertir e nem ficar bonito, vai por absoluta necessidade. Minha enteada está trabalhando presencialmente e viajando muito a trabalho, são coisas da vida.

Mas daí a sair para ir para um hotel de turismo onde não sei se quem arrumou minha cama está contaminado, me parece uma loucura!

Quando vou à manicure, ela desinfeta minha cadeira antes que eu sente, o mesmo acontece no dentista, mas alguém anda desinfetando cadeiras em restaurantes e barzinhos?

Talvez eu tenha uma consciência exacerbada da fragilidade da vida, pois tive câncer de mama e sei o que é frequentar clínicas e hospitais na incerteza do resultado final, embora todos os médicos sempre tivessem um sorriso amarelo na cara prometendo que o melhor viria.

Além do meu câncer, fiquei com meu marido internado 5 dias por causa de um infarto e anos depois ele ficou internado 11 dias devido a uma hemorragia causada por um problema na próstata, com três cirurgias de emergência e ida para a UTI por dois dias.

Eu sei que a vida é frágil e deve ser preservada, então não me sinto confortável em arriscá-la por uma caneca de chopp!

Não quero julgar quem saí para se divertir, mas ao menos certifique-se que de não estar colocando o seu semelhante em risco, mesmo que a você pouco esteja se importando em se arriscar neste momento de incerteza.


Foto Fábio Alves via Unsplash

Emily Em Paris os melhores looks da primeira temporada da série

Emily Em Paris os melhores looks da primeira temporada da série

Emily Em Paris melhores looks

Emily Em Paris é a série mais vista no Brasil e eu pretendo resenhar a série, ou quase isto na sexta-feira, mas este post é para mostrar os melhores looks da Emily Cooper (Lily Collins) na primeira temporada da série.

A estilista Patricia Fiel é a responsável pelos looks da série. Você se lembra dela? Ela é mesma estilista responsável pelos looks de Sex And The City, e se você notar que os looks da Emily Cooper são muitos parecidos com a da Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker), não é mera coincidência.


10 melhores looks de Emily Em Paris


Emily Em Paris melhores looks

Look com mix de estampas e ankle boot Loubotin.

Emily Em Paris melhores looks

Emily Cooper com sua amiga Mindy Chen. Eu gosto mais do look da Mindy, mas vou focar nos looks da Emily. Eu, pessoalmente não gosto das botas da Maison Margiela, mas funcionou bem no conjunto da obra.

Emily Em Paris melhores looks

Este casaco é da Chanel, e eu adoraria vê-lo morando em meu armário, e você?

Emily Em Paris melhores looks

Não é um vestido midi, mas sim um conjunto de top e saia. Acho que este foi o look mais basiquinho que a Emily usou em todo primeira temporada, foi logo que ela chegou em Paris.

Emily Em Paris melhores looks

O conjunto de short com blazer em xadrez vichy é da griffe Veronica Beard, para completar Emily usa bolsa Chanel e sapato Louboutin.

Emily Em Paris melhores looks

Este vestido é um Doce & Gabbana e o sapato Loubotin.

Emily Em Paris melhores looks

Acho que a Emily resolveu comemorar o Outubro Rosa em Paris! O casaco rosa é Kenzo.

Emily Em Paris melhores looks

Este look é trabalhado em lilás e branco. A bota é Viviene Westwood, a jaqueta é IRO, bolsinha Chanel e vestido Aje.

Emily Em Paris melhores looks

A Emily no Teatro da Ópera em Paris está muito Audrey Hepburn. Lily collins se parece muito com a Audrey, mas nesta foto ela extrapolou! O vestido é Christian Siriano e ele desenhou pensando realmente em homenagear a Audrey Hepburn.

Emily Em Paris melhores looks

Este vestido está sendo muito elogiado pelos entendidos em moda. É um vestido Stéphane Rolland, da coleção de primavera de 2017. 

Eu achei este vestido muito parecido com o vestido usado por Carrie Bradshaw, no filme Sex And The City, desenhado por Eugene Alexander, que, por sua vez, foi usado 20 anos antes por Whitney Houston.

 

Depois deste passeio, me conte, de qual dos looks você gosta mais?

Achados do começo de outubro de 2020

Achados do começo de outubro de 2020


Há algo de bonito em manter certos aspectos da sua vida ocultos. Talvez as pessoas e as nuvens sejam bonitas porque você não consegue ver tudo.

Kamenashi Kazuya

Foto de Marilyn Monroe por George Barris 1962


10 links legais para visitar no final de semana:



Viajando aravés de fotos: Passeando pelas áreas rurais da Gran Bretanha

Cinema: Filmes com Gene Tierney online de graça no Youtube

Para refrescar: Drinks refrescantes à base de espumante

Decoração: Estilo Provence em uma casa de campo no interior de São Paulo

Faça você mesma: Cortina customizada com pompons

Vintage: 30 fotos incríveis que mostram Paris em meados da década de 70

Gordice irresistível: Bolo de bolacha com caramelo e amendoim crocante

Curiosidades: Fatos divertidos sobre a Coca-Cola

Tatuagens: 15 ideias incríveis para tatuagens de casamento

Moda: Como usar breezy dress


O que rolou no blog esta semana:

 


Vestidos longos são clássicos que nunca saem de moda


2020 é o fim dos blogs? #sqn 

Atypical série da Netflix que trata o autismo de maneira simpática 


Imagem - Marilyn Monroe fotografada por George Barris, em 1962, em seu último ensaio fotográfico - Montagem e criação intelectual e artística de Betty Gaeta usando Spark Adobe



Atypical série da Netflix trata o autismo de maneira simpática

Atypical série da Netflix trata o autismo de maneira simpática

 Atypical série da Netflix sobre autismo

Eu resolvi assistir Atypical por indicação de minha filha, que tem uma amiga cujo filho tem Transtorno do Espectro do Autismo e tanto este menino, como o personagem da série são autistas de alta funcionalidade, ou seja, embora apresentem dificuldades de se relacionarem com outras pessoas e de interagirem socialmente, são capazes de frequentar escolas regulamentares e ter uma vida independente.

Como existem vários tipos de autismos e diversos graus, a maneira certa de falar é Transtorno do Espectro do Autismo e não apenas Autismo.

Não pretendo explicar o que é o autismo, pois não tenho conhecimento técnico para tanto, mas a série mostra bem o comportamento de um autista.

Atypical série da Netflix sobre autismo

Resenha

 

Sam (Keir Gilchrist) tem 18 anos, mora com seus pais, Elsa (Jennifer Jason Leigh) e Doug (Michael Rapaport), e sua irmã Casey (Brigette Lundy-Paine). Ele não é um adolescente típoco, porque é autista, mas está numa fase na vida em que quer ter uma namorada.

Além do acompanhamento da família, Sam é atendido pela terapeuta Julia (Amy Okuda), por quem se apaixona.

A série mostra as dificuldades de Sam para ter amigos e compreende-los. Seu melhor amigo é Zahid (Nik Dodani), um adolescente típico, cheio de conselhos para dar a Sam, que os entende da maneira dele. Zahid é um personagem apaixonante.

Ao mesmo tempo que mostra a vida de Sam, a série mostra também a luta de sua irmã Casey para protege-lo, bem como a primeira paixão de uma adolescente e a sua libertação da família indo estudar em uma escola mais longe de casa e sem levar Sam com ela. Casey passou a vida sendo uma irmã cuidadora e agora é hora de se libertar e libertar Sam.

Os país, principalmente a mãe, Elsa, superprotege Sam ao ponto de muitas vezes sufoca-lo.

Eu terminei a primeira temporada e estou na metade da segunda, mas já dá para ver Sam arrumando uma namorada, Paige (Jenna Boyd) e tentando compreender o que é amar uma pessoa. Sam ama do jeito dele.


Atypical série da Netflix sobre autismo

Porque assistir

 

A série mostra como uma família vive em função de um filho, Sam, ficando, na maioria das vezes, os demais membros da família em segundo plano. Sempre que se tem uma doença em família ou um problema, o problema ganha o foco principal e as pessoas passam a ser secundárias, seja numa família com um dos membros autista, seja numa família com qualquer outro tipo de transtorno.

A maneira com que Sam vai se adaptando aos novos fatos, à nova vida, é muito interessante, e embora ele seja diferente da maioria dos adolescentes, ela vai encontrando a maneira certa de fazer as coisas para conquistar seu lugar no mundo.

Atypical série da Netflix sobre autismo

Preste atenção

 

A série muitas vezes passa a mensagem de que o amor pode sufocar e fazer mais mal do que bem, pois Sam acaba sendo o protagonista principal de sua família e todos são sufocados pelos problemas dele, problemas esses que ele sequer nota.


Atypical série da Netflix sobre autismo

Andei lendo o que escrevi e pode passar a ideia de que a série é dramática, e alguns momentos tem um certo drama, mas a tônica principal é a comédia.

Você vai rir com Sam e as suas tiradas totalmente fora do contexto que nós conhecemos. Você vai torcer para Sam se dar bem e ter a sua tão sonhada namorada, bem como vai torcer para Casey poder encontrar o seu lugar no mundo longe de Sam, pois ela acabou sendo mais dependente do irmão do que o irmão dela, vez que libertá-lo pode deixar um vazio em quem está acostumada a cuidar.

Atypical série da Netflix sobre autismo

Atypical é uma série que mostra o autismo de maneira leve e simpática, e é uma série viciante, pois enquanto estou resenhando a série aqui, não vejo a hora de poder voltar a assistir.

 Se você está precisando de boas risadas e momentos mais leves, pode confiar que vai encontrar isso em Atypical.


2020 é o fim dos blogs? #sqn

2020 é o fim dos blogs? #sqn

 

Como ter um blog em 2020

É só eu falar sobre blogs, redes sociais e seguidores, que surgem os comentários de que os blogs acabaram, que é o fim dos blogs, e muitos blogs acabaram mesmo, mas os blogs, em geral, estão bem longe do fim.

Estou na blogosfera há 10 anos e comecei do nada, sem saber o que era um blog, como funcionava, o que eram seguidores e até mesmo o que era seguir alguém. Entrei de gaiata, com o diria Herbert Vianna, que entrou de gaiato num navio, só eu não entrei pelo cano.

Nestes 10 anos conheci muitos blogs, fiz muitos amigos, perdi muita gente de vista e também reencontrei pessoas.

Como nunca esperei ganhar dinheiro com o blog, quando ele começou a render uns trocos foi uma grata surpresa. Nunca dependi do blog para viver, mas quando entra alguns trocos, fico feliz. Confesso que algumas vezes entra bem mais do que eu esperava, mas não quero monetizar o blog de um tanto que eu tenha que me dedicar a ele mais ainda do que me dedico, e me dedico muito.

Desde que comecei com o blog eu leio que é o fim dos blogs. Primeiro vieram os arautos do Armagedom dizendo que os blogs seriam suplantados pelo Facebook, e um bando de blogueiros correram para o Facebook sem saber que aquele espaço não pertencia a eles e que o Mark Zuckerberg não quer que ninguém se dê bem por lá, mas sim somente ele. Gastar o seu tempo e dinheiro no Facebook é plantar no pomar do Zuckerberg e ficar assistindo ele colher os frutos que você plantou sem receber nada em troca.

Depois veio o Youtube e o pessoal que sabe que tem gente que não gosta de ler, correu para lá, afinal o Youtube iria acabar com os blogs.

Tem muita coisa boa no Youtube, mas tem cada tralha por lá que mete medo. É tanta gente querendo um lugar ao sol nos vídeos que a maioria deles é lixo. Tem gente falando errado, tem gente dando conselhos errados, tem gente falando do que não sabe, tem gente passando ridículo por lá e achando o máximo se expor como palhaço. Não é à toa que a Rosana Hermann proclamou:

Eu sou do tempo em que o ridículo era algo a ser evitado, não um objetivo a ser atingido.”

 

Agora o Instagram vai acabar com os blogs e tem muita blogueira debandando pra lá, se esquecendo que é uma rede social do Zuckerberg e que funciona da mesma maneira que o Facebook. É terreno emprestado cujos frutos que você cultivar vão acabar nas mão do Zuckerberg.

Ao adoro o Instagram, mas não tenho paciência para as lives, nem mesmo as dos artistas famosos, pois a pandemia desgastou as lives. Virou um porre, todo mundo fazendo lives, falando do que não sabe e nem deve falar, só para ganhar likes.

Eu tenho uma conhecida de muitos anos que tem alergia por trabalho e está indo relativamente bem no Instagram, pois não é que a criatura anda fazendo lives de como montar seu próprio negócio! Como assim, cara pálida? Você nunca trabalhou? Tem ódio de quem trabalha! O pior que deve ter gente que assistiu e deve estar tentando se adaptar aos ditames da instagramer para ver se consegue ter sucesso na vida. Como conseguir sucesso na vida com conselhos de uma fracassada?

O negócio no Instagram é tão sem medida que eu poderia fazer uma live falando sobre culinária e conseguir inúmeros likes com ela, desde que ninguém fique sabendo que meu cardápio se resume a Miojo e que, às vezes, eu queimo até macarrão instantâneo.

 

Depois de falar das redes sociais que iam e vão acabar com os blogs você já deve ter se dado conta de que os blogs não acabaram e nem vão acabar.

- Mas eu frequentava o Blog de Fulana de Tal e ele não existe mais?

R: Verdade, muitos blogs tiveram fim, principalmente os blogs pessoais. Hoje os blogs ganharam formatos mais profissionais e falar uma bobagem num blog é muito mais comprometedor do que falar uma bobagem numa live que vai ser apagada rapidinho.

Como ter um blog em 2020

Quer blogar? Então vai ter que arregaçar as mangas e começar a aprender como fazer. Eu não sou ninguém para ensinar sobre métricas, hashtags e algoritmos. Sei como usar, mas nem me arrisco a ensinar.

Blogar é aprender diariamente técnicas e criar conteúdo que possa interessar aos seus leitores.

 

Blogs e Sites que podem ensinar você a ter um blog


A Elaine Gaspareto está com o blog meio parado, pois ela teve contratempos na vida pessoal e eu espero que um dia ela volte. Ela foi a minha webdesigner (a pessoa responsável pelo desenho e formato do blog) por um bom tempo. O blog dela tem muitas dicas preciosas sobre blogagem e ela tem tutoriais bem explicados e fáceis de serem seguidos.


O Viver de Blog é feito por uma equipe, mas a estrela principal é o Henrique Carvalho. O site tem muito conteúdo free, mas também tem conteúdo pago.

O problema do Henrique Carvalho é o mesmo do Samuel Pereira, de quem eu vou falar logo a seguir, ele fala mais do que o homem da cobra, ou como diria minha filha fala mais do que pobre na chuva. Ele tem muitos vídeos com conteúdo legal, mas ele se repete tanto, roda tanto em torno de um assunto que, num vídeo de 30 minutos, se você aproveitar 5 minutos, está no lucro. Por ele ser muito prolixo, eu acabo me perdendo naquela verborragia e muitas vezes deixo passar coisas importantes.


O Samuel Pereira é o autor do Segredos da Audiência. Ele trabalha mais com vídeos do que com textos e tem muita coisa boa em seu canal no youtube, mas nem tudo é grátis.

O Samuel parece ter sido aluno na mesma escola que o Henrique, e como fala!!!

Fala muita coisa desnecessária até chegar no que interessa e muitas vezes me perco naquele palavrório todo, mas se você tiver paciência e souber separar o joio do trigo, vai aprender muita coisa interessante com ele.


O Ferramentas Blog é comandado pelo Marcos Lemos e a grande vantagem deste site é que o Marcos posta o mesmo conteúdo no Youtube e no blog.

Se você trabalha e não pode acessar o Youtube devido ao barulho, pode ler o post em qualquer lugar sem atrapalhar ninguém.

Eu aprendi muito com o Marcos e recomendo muito o seu site.

 

O Conversion é mais voltado para empresas, mas tem um blog que pode ajudar muito com assuntos do dia a dia de blogueiros e também para outras redes sociais.

Há alguns anos eu fiz um curso gratuito lá, com o Diego Ivo, e foi um dos melhores cursos que fiz até hoje! Não tem enrolação, o Diego Ivo ensina indo direto ao ponto, bem diferente dos outros que pretendem ensinar on line.


Como ter um blog em 2020

Mas afinal o que é um blog?


A definição de blog é um site informativo ou jornal que mostra as postagens mais recentes no topo da página principal.

Quase tudo que você lê na internet, encontra nas suas pesquisas no Google, são blogs.

Por exemplo: A Revista Veja que você acessa através do Google, é um blog, o portal UOL também é um blog.

Os blogs deixaram de ser para amadores e cada vez mais se tornam profissionais. Por que isso acontece? Porque dá dinheiro blogar! Tudo que dá dinheiro acaba empurrando os amadores para o banco de reservas ou até mesmo para fora de campo.

Eu estou enfrentando o fenômeno da pandemia dentro do blog, pois nunca o blog cresceu tanto! Eu não vi nenhuma pesquisa a respeito, mas acredito que, como as pessoas têm ficado mais online, acabam procurando mais conteúdos veiculados pelos blogs.

Ter um blog é pisar num terreno só seu e aquilo que você ganhar não vai parar nas mãos do Zuckerberg. Aqui eu posso escrever o que eu quero sem ter medo de que alguém venha tomar o meu espaço, como já me aconteceu no Facebook.

 

Fim dos blogs parece ser fenômeno brasileiro

 

Eu não sei se esse boato sobre os fim dos blogs ocorre também fora do Brasil, mas os blogs internacionais que eu seguia antes de pensar em ter um blog, continuam firmes e fortes, pelo menos na área de assuntos voltados ao público feminino, que é o caso do meu blog. Todos estes blogs internacionais tem algo em comum: profissionalismo + pessoalidade. Em todos eles você vai saber quem é blogueira que está falando com você, mas não vai ver esta pessoa reclamando da vida porque brigou com o marido ou porque queimou um bolo.

Blogs para funcionarem bem hoje em dia precisam ter um toque pessoal, mas também precisam ser profissionais.

Antigamente a gente entrava num blog e encontrava de tudo. Cheguei a ver uma briga de família exposta num blog; vi foto de um dedão do pé quebrado que uma blogueira achou por bem mostrar, sem que ela estivesse fazendo isso para dar uma solução para dedos quebrados, mas apenas para reclamar, o por aí iam os blogs pessoais, cheios de assuntos que interessavam somente à blogueira, ou às suas amigas mais íntimas. Você ainda pode encontrar estes blogs por aí, mas estão perdendo a força e tendem a chegar no fim.


Como ter um blog em 2020

Quer ter uma ideia dos blogs internacionais que continuam bombando?

Aqui estão eles:

 

This Is Glamorous

O blog é majoritariamente escrito e comandado pela Roséline. Eu visitava todos os dias o This Is Glamorous bem antes de saber o que era seguir um blog ou ter um blog e já andei contanto por aqui que inicialmente o Gosto Disto foi inspirado nele.

 

The Beauty Look Book

O blog é voltado para maquiagens em geral e focado em lançamentos internacionais. As maquiagens são lindas e são bem diferente das maquiagens que mais parecem máscaras que nós costumamos ver no Instagram.

A blogueira é a Sabrina e é muito profissional em tudo o que faz e tem o blog desde 2009.

 

Design Darling

Existe desde 2009 e é o blog a da Mackenzie Horan. Este blog vai super bem no ranking dos blogs internacionais. Diferentemente dos outros blogs, este blog nunca mudou a interface e tem aquele jeitinho mais antigo, trabalhando com fotos menores, colocando fotos pessoais na lateral e deixando muito espaço em branco como fundo.

 

Glitter Guide

É feito por uma equipe, mas as comandantes principais são a Samantha e a Taylor. O blog trata de assuntos femininos variados, desde 2011, e já mudou de interface várias vezes, ficando cada vez mais atual.

 

A Cup OfJo

É o blog da Joanna Goddard. Ela já trabalhou para a Glamour EUA, para a Cosmopolitan, foi contratada da Condé Nast, até que começou um blog em 2007 e este acabou sendo o seu trabalho principal. Jo vive de blog e o blog dela é bem pessoal, pessoal mas muito atual também, pois ela discute assuntos do dia a dia das mulheres, com um certo foco na maternidade, pois a Jo é mãe de dois garotos.

 

Blogs femininos brasileiros que vão muito bem

 

Como este post está ficando enorme, não vou me estender mostrando os blogs femininos brasileiros que vão indo muito bem (escolhi os blogs pelo rankeamento do SEOQuaker), apesar da torcida de alguns para que os blogs acabem: Alessandra Faria, Estilo Próprio by Sir, Living Gazette, Mulher Sem Photoshop, Just Lia, Fashionismo, Alfinetes de Morango.

Todos estes blogs que citei parecem estar sendo atualizados pela blogueira ou por uma equipe muito próxima à blogueira. Evitei blogs como o da Thássia Naves, por exemplo, que embora seja lindo, não é mais um blog feito e nem comandado pela blogueira. É um blog profissional para divulgar a Thássia e seus serviços com digital influencer.

 

Agora que você já sabe que os blogs não acabaram e nem vão acabar, mãos à obra, comece o seu blog ou tire a poeira do seu blog que está parado. Quem já tem um blog, eu recomendo que atualize a interface continuamente e que contrate o serviço de uma agência para isto. A Agência Auge Arts é a responsável pelo formato atual do Gosto Disto e eu recomendo muito o trabalho da Jesi, que nunca se furtou de corrigir pequenos problemas que foram surgindo e também tem uma paciência nipônica para me ensinar como fazer algumas atualizações.


Vestidos longos são os clássicos que nunca saem de moda

Vestidos longos são os clássicos que nunca saem de moda

 

Vestidos longos não saem de moda

Os vestidos longos estão entre as peças mais clássicas da história da moda e até hoje continuam dentro das tendências. Símbolo de feminilidade, os vestidos longos dominam os guarda-roupas das mulheres e estão entre as primeiras opções de looks. Estas peças são práticas, democráticas e podem ser usadas por todos os tipos de mulheres, de idades, em diferentes lugares e situações. Nas vitrines virtuais de moda feminina, como a Shafa, os vestidos longos estão entre os mais procurados.

Vestidos longos não saem de moda

É muito difícil não se apaixonar por vestidos longos, seja pelo charme ou pela praticidade de vestir uma peça única sem necessidade de combinações. A mulher que gosta de uma produção linda em pouco tempo acaba optando pelo vestido longo.

Vestidos longos para usar durante o dia

Engana-se quem pensa que os vestidos longos são peças para serem usadas apenas durante à noite. Existem modelos para serem utilizados em dias de lazer, trabalho, passeios e churrasco.  Conheça alguns modelos mais usados durante o dia:

Vestido longo jeans: esse modelo é quase item obrigatório no guarda-roupa da mulher. Ideal para aqueles dias em que é preciso de um visual charmoso, confortável e prático. Estes modelos combinam com tênis, sandália, sapatilhas e flatform.

Vestido longo florido: os modelos em tecidos leves, soltos, com estampas florais estão entre os preferidos no verão e na primavera. Alguns possuem transparência, mangas ciganinhas, ombro a ombro, bufante. Este modelo cai bem com sandália Anabela, plataforma e tênis casual.


Vestidos longos não saem de moda

Vestido longo preto: esse vestido em tecidos naturais, algodão ou outro tecido leve é uma peça curinga para usar durante o dia com tênis, bota e sandália.

Vestidos estampados e temáticos: os vestidos indianos e com estampas geométricas, animal print e rendados, tanto regata quanto com manga, voltaram com força total e prometem ter lugar cativo por muito tempo.

Vestidos longos para usar durante a noite

Os vestidos longos para usar à noite geralmente contam com cores mais fortes, recortes mais elaborados e tecidos mais estruturados. Conheça alguns modelos consagrados:

Vestidos longos não saem de moda

Vestidos longos de festa: estas peças são

geralmente escolhidas por madrinhas, formandas, aniversariantes, entre outras. Os monocromáticos, soltos e rodados estão entre os clássicos e mais escolhidos, pois combinam com diferentes tipos de acessórios, maquiagens e sapatos.

Vestidos longos sereia: esse estilo nunca sai de moda. Conhecidos com esse nome por ser justo até a perna e depois abrir como uma cauda de sereia.

Vestidos longos com fenda: os vestidos com fenda exalam um charme e uma sensualidade incomparável. A fenda pode ser na lateral do vestido, mostrando a perna ou na parte de trás do vestido.

Vestido ombro a ombro: para quem quer destacar os ombros e busto, este modelo é perfeito. Ele valoriza o tronco e pescoço, destacando também acessórios como colares, brincos e penteados.

Dicas na hora de escolher o vestido longo

Na moda não existe uma regra rígida e sim o uso do bom senso. O conforto deve ser equilibrado com o charme. Exageros de decotes, estampas, cores fortes e pedrarias podem ser evitados em ambientes mais sóbrios. Os detalhes e acessórios podem ser usados em regiões do corpo a serem destacados. Já as cores mais discretas e cortes mais simples e retos podem ser investidas nas regiões do corpo que se quer disfarçar. As mais baixinhas devem ter atenção à barra do vestido, cobrindo os pés e com calçado de salto.

Com tantas possibilidades sobre os vestidos longos, agora é acessar a plataforma da Shafa e escolher o seu modelo preferido.

Blogs que valem uma visita