Gosto Disto!: Resultados da pesquisa A esposa
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  • 5 de julho de 2019

    A Esposa é mesmo um filme feminista?

    A Esposa - Glenn Close

    Eu me sentia em dívida com o filme “A Esposa”, mas ele não veio para as salas de cinema de Bauru, e acabei assistindo on line, o que não era meu desejo. Adoro o trabalho da Glenn Close e depois de ver “A Esposa”, tenho certeza de que ela foi injustiçada, pois era a sua sétima indicação ao Oscar, e esse Oscar era dela por pleno merecimento. Glenn Close perdeu o Oscar para a atriz britânica Oliva Colman, em “A Favorita”. Nada contra Colman, que desempenhou muito bem seu papel, mas passou longe da grandeza da Glenn Close, em seu papel de Joan Castleman, em A Esposa.

    A Esposa - Glenn Close

    Resenha


    Joan é uma esposa submissa, ou mais do que isto, pois ela chega a ser subserviente. Ela desempenha múltiplos papeis como esposa, mãe, revisora de textos do marido escritor consagrado (Joe Castleman – Jonathan Pryce), baba do marido, enfermeira, camareira, datilografa. Sua vida parece se resumir ao marido, que além de escritor é um galinha que cisca entre as suas alunas, sendo que Joan foi uma delas.
    Ela é apaixonadíssima pelo marido e se tornou a sua segunda esposa, vez que a primeira o deixou, já tendo uma filha com ele, quando descobriu que ele a traia com Joan.
    Joan tem dois filhos crescidos, sendo um moça, que está grávida e um rapaz, David (Max Irons), que está tentando ser escritor como o pai.

    Tudo parece correr bem, até o momento em que Joe é indicado para receber o Prémio Nobel de Literatura, e todas as mágoas começam a vir à tona.

    A Esposa - Glenn Close

    Porque assistir


    O filme tem um forte viés psicológico, pois retrata uma família e uma vida disfuncional que, para quem vê de fora, parece perfeita e feliz.

    Muita gente aponta o filme como feminista, pois a submissão de Joan chega a incomodar a quem assiste ao filme. Joe é dominador e coloca Joan numa posição inferior a sua, mas em determinado momento do filme a gente descobre que a sua primeira esposa, depois de se libertar dele se tornou um a psiquiatra muito bem sucedida, e a sua filha do primeiro casamento é uma dentista com muito sucesso na profissão. Por que Joan não fez o mesmo?  No decorrer do filme a gente descobre que Joan poderia sim ter se libertado.

    A Esposa - Glenn Close

    Preste atenção



    A atuação de Glenn Close é primorosa e sua expressão fácil diz tudo o que ela está sentindo sem que ela precise dizer nada. Ela transmite uma fúria contida que vai se intensificando a medida que o filme vai se desenrolando.

    A Esposa - Glenn Close


    O filme se propõe a ser um suspense, e contem em si uma revelação, mas na verdade ele vale mais pelo drama psicológico da trama.
    Se você assistiu “A Favorita”, vai ficar se indagando a razão de Glenn Close não ter ganhado o Oscar, pois a sua atuação foi pra lá de merecida.





    6 de junho de 2018

    Casais com muita química que não deram certo

    Casais com muita química que não deram certo



    Estes casais eram apaixonados, todo mundo torcia para que eles ficassem juntos, mas por algum motivo o romance não terminou bem ou não correu da maneira que deveria correr. Todos são casais famosos e até hoje quando olhamos as fotos ou vemos filmes sentimos a química poderosa que existia entre eles e dá uma pontinha de tristeza por eles não terem ficado juntos, ou até mesmo por terem ficado mas não serem aquilo que imaginávamos.

    Sete Casais apaixonantes e apaixonados pelos quais o mundo torceu um dia


    (colocados em ordem alfabética pelo nome feminino)


    Carole Lombard e Clark Gable


    Carole Lombard e Clark Gable


    Carole Lombard foi casada com William Powell, mas o casamento só durou 26 meses, para a tristeza dos fãs, pois era um daqueles casais que o mundo amava.

    Por sua vez, Clark Gable teve muitas mulheres em sua vida antes de conhecer esse apaixonar por Carole Lombard. Quando se conheceram, ele estava casado com Rhea Langham, 17 anos mais velha do que ele e que o ajudou a subir na carreira. Para Rhea aceitar o divórcio, Clark Gable teve que desembolsar um boa quantia, só então pode se casar com Carole.

    Carole Lombard e Clark Gable eram um casal apaixonado, o que não o impedia de ser infiel.

    Em 1942 Carole Lombard morreu em um acidente áereo. Quando Clark Gable foi informado, dirigiu-se até o local e desesperado ajudou a remover os destroços com as próprias mãos, na esperança de encontrar a esposa viva.

    Ele nunca se recuperou deste trauma, mas se casou mais duas vezes. Ao morrer, em 1960, foi enterrado junto com Carole Lombard, pois este foi o desejo que expressou ainda em vida.


    Catherine Deneuve e Marcello Mastroianni


    Catherine Deneuve e Marcello Mastroianni


    Catherine Deneuve era a mulher mais bonita da França e talvez do mundo. Marcello Mastroianni era um macho alfa italiano, por quem todas as mulheres suspiravam. Quando se conheceram, ambos eram atores consagrados mundialmente e ambos eram casados com outras pessoas. Catherine Deneuve era casada com o fotógrafo David Bailey, e Marcello era casado com a atriz italiana Flora Carabella.

    Eles viveram durante 4 anos juntos. Catherine Deneuve tinha uma formação bem mais livre do que a do italiano Marcello e tinha quase 20 anos a menos do que ele. Ela nunca pediu para que ele se separasse de sua esposa Flora, com quem era casado há 20 anos, embora essa tenha se oferecido para divorciar dele e deixar o caminho livre para o casal.

    Tanto Marcello quanto Catherine tinham filhos de relacionamentos anteriores e depois de 2 anos juntos nasceu Chiara Mastroianni. Quando Chiara estava com dois anos, Catherine Deneuve abandonou Marcello Mastroianni. Eles continuaram amigos por causa da filha a vida toda, até Marcello falecer em 1996.

    Durante os 4 anos que ficaram juntos, eles foram o casal de ouro de toda a Europa.


    Elizabeth Taylor e Richard Burton


    Elizabeth Taylor e Richard Burton


    Eles se casaram duas vezes! Foi um dos casais mais explosivos que já se teve notícia, pois ambos eram intensos e bebiam muito, então eram alvo fácil de fofocas e estavam permanentemente na mídia.

    Eles se conheceram durante a filmagem de “Cleópatra”. A química entre eles era tão intensa que todos no set de filmagem notaram o que estava acontecendo. A maior parte do filme foi rodado em Roma e a cidade pegou fogo com o romance dos dois, que eram casados com outras pessoas na época. O romance foi tão avassalador que o Vaticano condenou a relação!

    Depois de se separarem de seu parceiros, Elizabeth e Richard se casaram em 1964 e viveram por 10 anos juntos. Se divorciaram em 1974 e voltaram a se casar em 1975, mas se separam um ano depois.

    Depois da separação eles se casaram com outras pessoas. Richard Burton morreu precocemente ao 58 anos de idade, por causa da bebida. Sua esposa na época, a jornalista Sally Hay, pediu que Elizabeth Taylor não fosse ao funeral e ela respeitou o desejo da viúva. Mais tarde foi visitar o túmulo de Richard Burton sozinha, pero non mucho, pois os paparazzi a cercaram e documentaram esta despedida.


    Lauren Bacall e Humphrey Bogart


    Lauren Bacall e Humphrey Bogart


    Humphrey Bogart estava no terceiro casamento e já era um ator consagrado quando contracenou com Lauren Bacall, em Ter ou Não Ter, e ela na época tenha apenas 19 anos. Ele se apaixonou por Lauren Bacall quase que imediatamente, mas o problema é que ele era casado com Mayo Methot, uma alcóolatra que lutava contra o vício. Ele ficou com esposa e se afastou de Lauren, mas o sucesso do filme foi tão grande, devido a química existente entre o casal, que a parceria entre os atores seria usada em mais um filme e daí o casamento de Bogart, que que não ia bem, desmoronou entre bebedeiras de Mayo e também de Humphrey.

    Em 1945, Lauren Bacall e Humphrey Bogart se casaram, ela tinha 20 anos e ele 45. Bogart tinha sérios problemas com a bebida.

    Embora fosse um casal que se desse bem, a carreira de Lauren Bacall foi praticamente arruinada por Bogart. Ele já tinha sido casado por 3 vezes com atrizes e não queria ter uma quarta esposa atriz.

    Até hoje ela é mais lembrada por ter sido esposa de Humphrey Bogart do que pelos papeis que fez no cinema.

    O casamento durou apenas 12 anos e Lauren Bacall ficou viúva aos 32 anos.


    Jane Birkin e Serge Gainsbourg


    Jane Birkin e Serge Gainsbourg


    Serge Gainsbourg sempre foi um conquistador e como dizem, acendia uma mulher na outra, como se fossem cigarros. Ele conheceu Jane Birkin durante a filmagem de Slogan e viveram um romance que além de tórrido, amplamente documentado, também marcou por ser um relacionamento bem liberal, o que ajudou a mudar os costumes nos anos 70.

    Eles foram casados durante 13 anos e tiveram uma filha, a atriz Charlotte Gainsbourg.

    Jane Birkin acabou por deixá-lo por não aguentar sua vida desregrada, onde rolavam muita bebida, boemia, mulheres, mas continuaram amigos até a morte dele em 1991, aos 62 anos.


    Romy Schneider e Alain Delon


    Romy Schneider e Alain Delon


    Romy Schneider já era uma atriz vienense famosa aos 20 anos quando conheceu o francês Alain Delon durante a filmagem de Christine. Os dois eram lindos, carismáticos e se apaixonaram. Ao mesmo tempo que eles se apaixonaram, a imprensa se apaixonou por eles.

    Eles foram viver juntos, embora a família de Romy não concordasse com isto, então eles ficaram noivos para minimizar o problema. A imprensa noticiou várias vezes o casamento deles, mas este casamento nunca aconteceu.

    Romy Schneider era apaixonadíssima por Alain Delon, mas a recíproca não era verdadeira. Ele a tratava mal e ela ficava arrasada por semanas. Também era sabido que ele a traia.

    Foi pela imprensa que ela ficou sabendo que ele estava saindo com outra mulher, Nathalie.

    Um dia, ao chegar em casa, notou que ele tinha tirado todas as coisas dele. Encontrou um buquê de rosas com um bilhete: “Fui para o México, com Nathalie".

    Alain Delon se casou com Nathalie e teve um filho com ela.

    Romy Schneider nunca se recuperou totalmente deste fim de romance. Para ela, ele tinha sido o amor de sua vida, enquanto para ele, ela era apenas um caso.


    Winona Ryder e Johnny Depp


    Winona Ryder e Johnny Depp


    Se tem um casal que povoou os sonhos de todos nós anos 90 foi Winona Ryder e Johnny Depp. Eles era lindos, apaixonados e loucos. Pareciam feitos um para o outro. A química entre eles era perfeita!

    Ficaram juntos de 1989 até 1993 e Johnny era tão apaixonado por ela que chegou a tatuar “Winona Forever” em seu braço.

    Winona era virgem em todos os sentidos quando se envolveu com Johnny Depp, e ele foi seu primeiro beijo, seu primeiro namorado, seu primeiro homem.

    Estavam para casar quando romperam e ninguém sabe bem o que aconteceu, só que Johnny Depp se culpava pelo rompimento e ficou arrasado.

    Depois de Winona Ryder ele se envolveu num caso muito louco com Kate Moss, e várias testemunhas assistiram porres monumentais do ator durantes os quais ele chamava por Winona, mesmo estando ao lado de Kate.

    Anos mais tarde, quando Winona Ryder foi pressa por roubar em uma loja, incidente que abalou profundamente sua carreira, ele manifestou seu apoio a ela publicamente.

    Cada qual seguiu se caminho, mas quem viu os dois juntos vai sempre sentir saudade desses adoráveis malucos que poderiam ter tido uma história maravilhosa se tivessem continuado juntos.

    💘💘💘

    Quando comecei a escrever este post, fiz pensando no Dia dos Namorados, que está bem perto e pensei mais na intensidade dos sentimentos destes casais do que na duração dos relacionamentos. Muita gente vai dizer que foram relacionamentos que deram errado, mas não foram, foram relacionamentos que deram certo enquanto duraram, pouco importa o tempo que tenham durado. 

    Quem nunca viveu um relacionamento intenso, mesmo que seja na adolescência, não vai entender a plenitude destes amores e desamores, mas eu sei que você, como eu, já se apaixonou e sofreu por amor, tenha sido este amor correspondido ou não. O que importa é que, enquanto existiu, valeu!



    9 de setembro de 2015

    A renúncia da Dilma e a salvação do Brasil





    Antes de começar este post lá vou eu me explicar de novo, pois afinal eu me propus a ser uma blogueira de moda, ou mesmo criar um blog feminino, e sempre tive em mente que o blog deveria ser laico e apolítico, por respeito a você que tem a imensa paciência de me ler. Mas a situação do país está tão ruim, tão estranha, que está difícil me calar, e eu sei que o que está incomodando a mim, também está incomodando a você e também sei que de bobinha você não tem nada. Você vem aqui para espairecer, para se divertir, mas sabe muito bem que a coisa não está boa como está. Então lá vou eu meter a colher naquilo que não tinha me proposto a fazer no início do blog, pois acho que, como eu, você também está com um nó na garganta diante da situação do Brasil, e este nó vai além da garganta, pois está atingindo em cheio o nosso bolso.

    Quando vejo a situação da nossa presidente Dilma, comparo com aquela mulher que se casou, e casou de papel passado, como se dizia antigamente, casou com tudo, com véu, grinalda, festa, arroz na saída da igreja e benção plena da família e sociedade, mas o tempo passou e o casamento acabou. Quem nunca teve uma amiga ou conhecida que o casamento acabou e ela não aceitou este fim? Eu tenho algumas e tive várias. Não existe pior situação do que a da não aceitação do fim de um relacionamento. Este tipo de mulher se apega ao papel assinado no cartório como tábua de salvação e se diz esposa mesmo sem o ser mais. No início as pessoas têm pena dela e até acham que ela deve ou pode lutar para reverter à situação, a tal da história de “salvar o casamento”, mas a coisa vai crescendo, o marido sai de casa, vai morar com a “outra”, que na verdade começa a assumir o posto de esposa oficial, mesmo sem papel; os filhos dela acabam por aceitar a situação do pai, acolhem a madrasta, e quando vêm os filhos deste novo casal que se formou, vão ser amados e queridos pelos irmãos do casamento anterior.  Mas ela é a esposa e continua a se apegar ao casamento de papel e não dá o divórcio. Ela, e só ela se acredita casada.

    A mulher que se coloca nesta posição acaba com a própria vida, o que é um direito dela, mas consegue atrapalhar muito a vida de todos a sua volta. O ex se sente culpado por não poder oficializar a união com a nova mulher, os filhos mais novos vivem uma situação de limbo que desconhecem, só sabem que tem uma bruxa atrapalhando aos pais, os filhos do casamento anterior se sentem culpados por amarem o pai, gostarem da madrasta (que é gente boa) e estarem apaixonados pelos irmãos mais novos. Então vira aquele amargor. Ela está sozinha, vai ficar sozinha e sabe que no Natal seus filhos vão querer estar com os irmãos e com o pai. Não consegue dar continuidade a própria vida e seu único trunfo é que ela consegue incomodar a vida das pessoas que a amam (seus filhos), que um dia a amaram (seu ex e seus amigos) e os que ela odeia (a atual mulher e seus rebentos). Mas continua esposa!

    Assim está a nossa presidenta Dilma diante de sua não renúncia. Ela é presidente de direito, foi eleita, mas deixou de ser presidenta de fato. Dilma não está governando mais e não vejo como esta situação possa se reverter. A aprovação popular é praticamente inexistente, ela não tem base governamental para conseguir reverter à situação do país, seus pares a abandonaram e os poucos políticos que tentaram ajudá-la foram rechaçados por ela. Ela virou uma figura infecta que aquele político ou líder que encostar nela para tentar levantá-la, vai se contaminar! Mas ela é presidenta e se agarra a isto como se fosse uma tábua de salvação, mas não é e enquanto a Dilma não renunciar, não se divorciar do país, sofremos todos nós! Sofre o povo que cada dia está mais pobre, que a cada dia mais vê sua panela esvaziar e, mais hora menos hora, os programas sociais vão minguar, pois quem paga por estes programas somos todos nós, no momento que estivermos tão pobres que não pudermos mais pagar, quem então pagará? Dona Dilma é que não será! Sofre a classe política que não consegue reverter à situação, vez que ninguém pode governar o país enquanto a Dona Dilma se acreditar presidenta.

    Qual seria a melhor solução para o país no momento? Eu não vejo como a Dona Dilma possa continuar fingindo que ainda é presidenta, que ainda governa o Brasil. Ela tem que renunciar! No popular: tem que largar mão do osso. O mal que ela está fazendo com a sua ilusão presidencial é muito grande e a cada dia que ela passa se acreditando presidenta do Brasil, mais e mais sofremos nós todos!

    Tem solução? Tem sim. Se a dona Dilma tivesse a coragem de ver a sua real situação e a situação que está provocando no país, ela deveria se reunir com os três grandes partidos políticos (PT, PSDB e PMDB) e entregar o governo, para que se crie um governo de coalizão. Quem ficaria no poder, ao menos como cabeça coroada, seria o Michel Temer (eu sei que ele não é lindo maravilhoso, mas é o que temos para o momento), como foi na época que o Itamar Franco assumiu e governou por coalizão, ainda que não fossem alianças oficiais.

    E se a Dona Dilma não renunciar? Ela pode até não renunciar, mas no passo que vai, não dá para ficar e eu, você ou qualquer pessoa que tenha dois dedos de testa vê que isto vai acabar num impeachment da presidenta, o que não seria a melhor solução para o pai, não é mesmo?
    Então só resta torcer muito pela renúncia da Dilma. Por favor, Dona Dilma, renuncie! Seu casamento com o país já não existe mais e todos nós estamos sofrendo muito com a sua teimosia. Tenha um ato de grandeza e abra mão da presidência pelo bem de todos nós! É melhor ser lembrada como a primeira mulher presidenta deste país, que renunciou, do que como a louca que quer ser presidenta e não conseguiu ser nada além de incompetente e corrupta (por mais que a gente queira acreditar na sua integridade moral, como à senhora está agindo, não dá!).

    É melhor sair da presidência pela porta da frente, com a renúncia, do que ser chutada para fora pela porta dos fundo, com o impeachment.

    Fica aqui o meu apelo pela renúncia da Dilma.


    Beijinho da blogueira

    Imagem via Baguete.

    8 de junho de 2018

    Effie Gray Uma Paixão Reprimida – a história de um escândalo

    Effie Gray Uma Paixão Reprimida – a história de um escândalo


    Comecei a assistir ao filme porque a gripe não me deixava muitas opções para o final de semana, mas não esperava muito dele, pois não sou fã da Dakota Fanning, ou pelo menos não era até este filme. Ela me surpreendeu como atriz e tem tudo para se tornar uma das minhas atrizes favoritas.


    Effie Gray Uma Paixão Reprimida – a história de um escândalo

      

    Resenha


    A história, que é baseada em fatos reais, se passa na Inglaterra do século XIX e conta a história do casamento de Effie Gray (Dakota Fanning), praticamente uma adolescente escocesa, com o poderoso crítico de artes plásticas, John Ruskin (Greg Wise).

    Este casamento gerou um dos maiores escândalos que a Inglaterra já viu, pois John Ruskin, apesar de bem mais velho do que a esposa, não tinha a mínima ideia do que era uma mulher. Ele nasceu de pais já idosos que o superprotegeram não deixando que tivesse contato com outras crianças. John Ruskin, ao ver a esposa nua, na noite de núpcias sentiu nojo, pois imaginava que as mulheres fossem iguais àquelas que ele via nos quadros, nas estátuas, e que não tivessem pelos pubianos.

    O casamento não se consumou e John Ruskin, para se livrar da esposa, passa a colocá-la em uma série de situações constrangedoras tentando manchar sua honra, e, desta forma, poder pedir o divórcio.


    Effie Gray Uma Paixão Reprimida – a história de um escândalo


    Porque assistir



    É um filme de época muito bem montado e Dakota Fanning está muito bem no papel de Effie Gray, além do mais o roteiro é de Emma Thompson, que também atua no filme.

    O filme mostra bem a vulnerabilidade das mulheres vitorianas, pois bastava ficar só na presença de um homem, que não fosse seu marido, para que tivesse a honra comprometida.


    Effie Gray Uma Paixão Reprimida – a história de um escândalo


    Preste atenção



    Nas cenas que se passam em Veneza, além do cenário belíssimo, o enredo mostra bem a situação aflitiva de Effie Gray diante de um marido frio, distante e que vai se tornando cruel na medida que o tempo vai passando.

    Atente também para a transformação de Effie quando ela decide deixar o marido e procura uma saída para a sua situação deprimente.

    É de espantar ver como uma menina, sim Effie era uma menina em todos os sentidos, pois diferente das garotas de hoje em dia, não tinha nenhuma experiência de vida, conseguiu se proteger e sair de uma situação que a levaria à ruína, de uma forma honrosa (para a época, é claro) e inteligente.


    Moda e Figurino



    O figurino não chega a ser deslumbrante, mas é um figurino honesto, que mostra os trajes de época.


    Effie Gray Uma Paixão Reprimida – a história de um escândalo


    O filme vai até o momento em que Effie consegue fugir do marido e entra com um processo de anulação de casamento alegando impotência dele, mas a história de Effie terminou bem e o filme não mostrou que ela, após a anulação do primeiro casamento, se casou com o pintor John Evertt Millais (Tom Sturridge), por quem se apaixonou quando este foi contratado para pintar o retrato de seu marido.

    Effie foi retratada inúmeras vezes por Millais e foi uma das modelos mais conhecidas da época vitoriana. O casal era muito apaixonado e tiveram oito filhos.


    O filme está disponível na Netflix e no Youtube, mas no Youtube a imagem está reduzida a 1/4 da tela.





    7 de junho de 2019

    Big Little Lies – motivos para ver e se apaixonar

    Big Little Lies – motivos para ver e se apaixonar

    Big Little Lies é uma série imperdível, ou mais do que isto, é uma série necessária se você é mulher, pois é uma série de mulheres e para mulheres. Se você ainda não assistiu, então está na hora de repensar seus posicionamentos e começar a assistir já.

    Big Little Lies – motivos para ver e se apaixonar

    Resenha


    Big Little Lies mostra a vida de mulheres em uma pequena comunidade estadunidense, Monterey, na Califórnia, todas mães de crianças que estudam no mesmo Jardim da Infância.
    Três delas são muito amigas: Madeline Martha Mackezie (Reese Whiterspoon), Celeste Wright (Nicole Kidman) e Jane Chapman (Shailene Woodley). Mas a série é mais ampla do que a vida das três amigas, pois a poderosa Renata Klein (Laura Dern) entra em atrito com as amigas e tem ainda Bonnie Carlson (Zoë Kravitz), que é a segunda esposa do ex-marido de Madeline.
    Assisti apenas a três capítulos da série, mas de imediato já dá para saber que aconteceu um crime e que este crime vai revelando muito das pessoas envolvidas na trama, só que não se sabe quem matou e nem quem foi morto.
    A série me lembrou Desesperate Housewives, mas enquanto a série mais antiga mesclava mistério, drama e comédia, Big Little Lies é dramática por excelência, um drama policial. 

    Big Little Lies – motivos para ver e se apaixonar

    Madeline é casada pela segunda vez e a sua filha do primeiro casamento resolve abandoná-la para ir morar com o pai, sob o argumento de que a mãe quer transformá-la naquilo que ela não conseguiu ser, direcionando a sua vida estudantil para onde ela gostaria de ter estudado.

    Big Little Lies – motivos para ver e se apaixonar

    Celeste é uma advogada que abandonou a carreira para cuidar dos filhos gêmeos. Ela é uma esposa espancada pelo marido, mas esconde isto das amigas. Estranhamente dá para entender o fato de Celeste continuar com um marido que a espanca. Não dá para aceitar as atitudes do marido, mas a submissão dela sim, pois ela demonstra toda a paixão que sente por ele em cada momento que está ao lado dele.

    Big Little Lies – motivos para ver e se apaixonar

    Jane é mãe solteira de um menino, Ziggy, que é fruto de um estupro. Ela não sabe quem é o pai da criança e o menino está apresentando comportamento agressivo para com os coleguinhas de classe.

    Big Little Lies – motivos para ver e se apaixonar


    Porque assistir


    Motivos não faltam para assistir. A trama é envolvente e vai fazer com que você fique presa à história, mas tem mais ainda...

    1. O elenco é poderoso e nenhum filme conseguiu reunir tantas atrizes de primeira linha na tela, sendo que na segunda temporada vai contar com Meryl Streep.
    2. Nicole Kidman e Reese Whiterspoon, além de atrizes são produtoras da série, pois queriam mostrar os sentimentos femininos diante de situações variadas.
    3. A série ganhou 8 Emmys na primeira temporada.
    4. A trilha sonora é maravilhosa. Depois de um tempo assistindo, pesquisei no automático do Google que músicas eram aquelas e salvei todas na minha playlist do youtube. A música de entrada é Cold Little Heart, que além de linda, é perfeita para a série.
    5. Os cenários são deslumbrantes 

    Big Little Lies – motivos para ver e se apaixonar

    Moda e Figurino



    Além das roupas serem lindas, os looks das personagens dizem muito sobre a personalidade de cada uma delas.
    Madeline se veste de maneira chique casual, com blazers quebrando a informalidade de vestidos florais e calças jeans.
    Celeste usa vestidos lindos, mas muito recatados, sempre no comprimento midi e fechados até o pescoço. Ela é uma esposa submissa e até as cores são suaves ou neutras.
    Jane se veste de maneira casual, com roupas mais esportivas e baratas. Seus tons são escuros e discretos. Ela não quer chamar a atenção para seu corpo.
    Renata é poderosa e se veste de forma chique e criativa. Suas roupas são bem cortadas e griffadas.
    Bonnie é professora de yoga e suas roupas são no estilo boho, bem leves e casuais.

    🎥🎵🎷🎶

    Ainda que você não seja muito fã de série policial, vai se envolver pelo lado feminino da trama e, com certeza, vai se apaixonar pelo figurino, pelos cenários e pela trilha sonora.




    12 de agosto de 2016

    10 Filmes emocionantes para o Dia dos Pais


    Filmes emocionantes para o Dia dos Pais


    Que tal uma seção caseira de cinema com o seu pai no Dia dos Pais? Com direito a muita pipoca e refrigerante.  Separei 10 filmes emocionantes para o Dia dos Pais, para você assistir com ele. Escolha um ou mais, pois todos são ótimos.

    Evitei colocar animações, afinal é Dia dos Pais e não dos filhos...

    Os filmes estão em ordem alfabética.


    Filmes emocionantes para o Dia dos Pais


    À Procura da Felicidade (2007)

    O filme é baseado em uma história real. Chris Gardner (Will Smith) está passando por uma crise financeira e a sua esposa o abandona com o seu filho Christopher (Jaden Smith). A situação chega num ponto que eles são despejados e passam a morar nas ruas.

    O filme mostra uma história de empenho e superação, mas prepare-se para chorar.

    Recomendo uma caixinha de lenços de papel ao lado para não ter que dar pause e ir assoar o nariz e secar as lágrimas.


    Filmes emocionantes para o Dia dos Pais


    A Vida é Bela (1999)

    Conta a estória de Guido (Roberto Benigni), um judeu italiano que é separado de sua mulher e colocado em um campo de concentração, junto com o seu filho Giosué, durante a Segunda Guerra Mundial.

    Guido não quer que seu filho sofra e se desdobra para transformar a estadia no campo de concentração em um jogo.


    Filmes emocionantes para o Dia dos Pais


    Armageddon (1998)

    Depois de uma chuva de meteoros a NASA descobre que um meteoro gigante está se aproximando da terra e que vai colidir. Esta colisão vai resultar na extinção da humanidade.

    Bruce Willis faz o papel de Harry S. Stamper, responsável por uma equipe que vai se aproximar do meteoro para eliminá-lo com uma bomba nuclear.

    Nesta equipe está AJ Frost (Ben Affleck), o namorado de sua filha Grace Stamper (Liv Tyler), que acompanha a dura jornada dos dois homens mais importantes de sua vida ficando em terra.


    Filmes emocionantes para o Dia dos Pais


    Kramer vs Kramer (1978)

    Ted Kramer (Dustin Hoffman) trabalha muito e não dá atenção para sua família, até que sua esposa , Joanna (Meryl Streep), se cansa da situação e o abandona com o filho, Billy. Ted tem que aprender a se virar com o garoto.

    Quando a situação parece estar entrando nos eixos, Joanna retorna e quer a guarda de Billy.

    Vale à pena ver este duelo judicial pela guarda do garoto.


    Filmes emocionantes para o Dia dos Pais


    O Campeão (1979)

    Billy Flynn (Jon Voight)  é um lutador de boxe aposentado que trabalha como adestrador de cavalos. Ele tem a guarda de seu filho TJ.

    Billy resolve voltar ao ringue para dar uma vida melhor ao filho.

    Se A Procura da Felicidade já pede uma caixa de lenços, neste você vai precisar de um lençol, pois é filme para chorar um balde!

    Detalhe: O ator principal, Jon Voight é o pai da Angelina Jolie, e neste filme dá para ver bem a semelhança entre ambos.


    Filmes emocionantes para o Dia dos Pais


    O Pai da Noiva (1992)

    George Banks (Steve Martin) se vê em um mundo desconhecido quando sua filha Annie (Kimberly Williams) resolve se casar. Além do ciúme que tem do namorado da filha, ele não tem noção nenhuma do quanto um casamento pode virar a vida e as finanças de uma família no avesso.

    É um filme para rir muito!


    Filmes emocionantes para o Dia dos Pais


    Os Descendentes (2012)

    Matt King (George Clooney) vê a sua vida mudar depois que a sua esposa entra em coma irreversível devido a um acidente de barco e ele tem que chamar as filhas e os parentes para se despedir dela enquanto ainda vive.

    Sua filha Alexandra (Shailene Woodley) acaba revelando que a mãe o traía e isto vai mudar o foco dos acontecimentos.

    Já andei falando sobre Os Descendentes aqui no blog e recomendo muito o filme, pois a atuação de George Clooney está fantástica.


    Filmes emocionantes para o Dia dos Pais


    Sobrou Pra Você (2000)

    Abbie (Madonna) e Robert (Rupert Everett) são muito amigos e vivem vidas alternativas. Eles são perfeitos um para o outro, mas Robert é gay. Um dia, após um porre federal, eles têm um breve affair e nasce Sam.

    O casal resolve criar Sam como se fosse uma família.

    É um dos filmes mais fofos que eu já assisti. Leve, gostoso e com emoção na dose certa.


    Filmes emocionantes para o Dia dos Pais


    Três Solteirões e um Bebê (1987)

    Três amigos dividem  um apartamento num esquema de república e um dia um bebê é deixado na porta, pela mãe, com um bilhete para o pai. O Pai é Jack (Ted Danson), um ator que se encontra filmando na Turquia.

    Dois amigos assumem o bebê na ausência do pai, mas o bebê vai mudar radicalmente a vida dos três solteirões.

    O filme original é francês e foi refilmando nos EUA, sendo lançado no Brasil com o nome de Três Solteirões e um Bebê, não sei porque foi rebatizado no DVD como Três Homens e um Bebê.


    Filmes emocionantes para o Dia dos Pais


    Uma Babá Quase Perfeita (1993)

    Daniel Hillard (Robin Williams é um ator e dublador desempregado muito irresponsável, até que sua mulher se cansa e pede o divórcio. Como ele não quer se separar dos filhos, arruma emprego como babá das crianças se vestindo como uma senhora  idosa, Mrs Doubtfire.


    Todos os 10 filmes que separei para o Dia dos Pais são filmes imperdíveis, que você pode e deve assistir em qualquer época, mas ficam como dica para comemorar a data.

    Você já assistiu a algum destes filmes? Lembra de mais algum?

    Veja também:
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    Foto de entrada Pixabay - Montagem Betty Gaeta

    22 de novembro de 2017

    O lado positivo de uma decepção

    O lado positivo de uma decepção


    Se tem uma coisa que dói profundamente é se decepcionar com alguém ou alguma coisa, mas a decepção com uma pessoa é mesmo a pior e na maioria das vezes é inevitável. As pessoas nos surpreendem e nem sempre com o seu melhor.

    Toda vez que tenho que lidar com uma decepção, me sinto na beira de um abismo. Sei que a decepção passa, que, embora não vá voltar a ser como antes, vai parar de doer, mas demorei a aprender que a decepção também pode trazer benefícios. Sim até a decepção tem seu lado positivo.

    Três coisas boas que aprendi com a decepção


    1. A decepção ensina a gente a ter empatia


    Uma vez perdi um cargo de direção, o qual ocupava, para um colega. Ele puxou o meu tapete, discretamente, mas puxou. Eu fiquei um bocado chateada com ele e me vi transformada em sua subordinada. Ele foi muito brando comigo, até demais, por ser amigo do meu marido.

    Passei anos sob o comando dele e ele nunca se mostrou um chefe problemático e sempre me dava as melhores notas nas avalições.

    A magoa passou... Até que vários anos depois ele perdeu o cargo e, diferente de mim, ele não tinha um cargo base para ocupar. Foi colocado na rua, com filhos na faculdade e uma esposa que não aguentou a queda pedindo a separação.

    Eu realmente senti muito a perda dele. Jamais pensei que ele merecia, jamais trouxe à tona o que ele fez para mim, só pensava que sabia o que ele estava passando, pois também tinha passado por aquilo e fui solidária com ele naquilo que eu podia, pois ele mandava dezenas de e-mails, mensagens in box e pelo whatsapp por dia, desesperado.

    A vingança não é um prato que se come frio, como dizem os italianos, mas sim é um prato que deve ser jogado fora e a empatia fez com que eu aprendesse a acolher quem estava numa situação semelhante a que eu passei.

    2. A decepção cria resiliência


    Apesar de estar decepcionada, você sabe que vai se recuperar, assim é a resiliência, ela faz com que a gente fique mais forte.

    Hoje estou cheia de histórias e vem mais uma.

    Esses dias tive notícia que estou com mais um problema de saúde decorrente do tratamento do câncer. Saí do câncer, mas o tratamento deixou várias sequelas que estão se manifestando com o decorrer do tempo.

    Eu balancei e chorei muito. Deixei meu marido desesperado com o meu desespero. Daí ele me disse algo que me fez acordar e mudar de foco: Nós já vencemos um câncer, não vai ser isso que vai abalar a gente, vai?

    Eu me decepcionei muito com a notícia, mas a frase do meu marido me lembrou que eu tenho resiliência suficiente para passar por mais essa e outras fases que possam vir.

    Já voltei ao meu ritmo de trabalho, já estou aqui no blog, já estou procurando ajuda médica. É um problema que não vou vencer, mas sei que tenho forças para lidar com ele.


    O lado positivo de uma decepção


    3. Você aprende gratidão


    Mais uma historinha...

    Eu não sou o tipo de pessoa que interfira na vida dos amigos ou dos parentes, mas se alguém me pede ajuda, me desdobro para dar o meu melhor.

    Uma pessoa muito querida me pediu ajuda e eu atravessei o Estado de São Paulo para poder dar uma mão, ser solidária. Só que esta pessoa, no momento em que me viu na casa dela passou a me tratar muito mal! Gritava comigo sem razão. Despejou todos os problemas pessoais dela em cima de mim.

    Eu não esperava gratidão por parte dela e nunca espero de ninguém, faço o que a pessoa precisa e para mim isto basta, mas daí até ser mal tratada, pisoteada, doeu muito.

    Eu saí da casa dela e fui para a rodoviária chorando. Estava muito triste...

    Quando estava no ônibus voltando para minha casa fui invadida por uma onda imensa de gratidão por ter uma casa para voltar, saber que iria dormir na minha cama naquela noite, que iria ser recebida pelo meu marido com um sorriso no rosto.

    A decepção me fez grata por ser quem sou e ter o que tenho.

    💙💙💙

    Você também pode aprender com a decepção, pois até ela tem o seu lado positivo, portanto, da próxima vez que se decepcionar, respire fundo e saiba que vem coisa boa por aí.




    25 de agosto de 2016

    Infidelidade masculina e o machismo feminino


    Infidelidade masculina e o machismo feminino


    Está rolando uma foto no Facebook de uma faixa que foi colocada em uma rua qualquer. A faixa diz o seguinte: Puta do ano 2016 – nome da pessoa e endereço – Adora sair com homens casados.

    Está na cara que esta faixa foi colocada por uma mulher traída pelo marido, para humilhar a amante do mesmo. Eu fiquei passada com várias coisas...

    1. O machismo desta mulher traída. Por esta faixa se vê que ela já desculpou o marido e joga a culpa toda na amante, afinal a amante adora sair com homens casados.

    Me desculpe minha senhora, mas se a Fulana saiu com o seu digníssimo marido a culpa é dele! Ele é casado e deveria se comportar como tal, não acha?

    2. Os comentários sobre a foto são estarrecedores! Muitas mulheres apoiando o que esta mulher fez e dizendo que fariam o mesmo!

    Devo dizer que enquanto as mulheres se comportarem assim serão tidas como pessoas de segunda categoria. A mulher não pode trair, mas o homem sim!

    Os comentários femininos são os mais machistas possíveis!

    3.  Os comentários contemporizadores dizendo que os dois tinham culpa, tanto o marido quanto a amante, vieram dos homens.

    Embora eu ache que ser contemporizador num caso destes também é machismo disfarçado, ainda é mais brando do que o machismo declarado das mulheres que apoiaram a esposa corna.

    4. Ao ver esta faixa, me irritei e acabei comentando:

    Eu teria coragem de dar um pé na bunda do marido! Se a Fulana quisesse a tralha, ela que ficasse com ele. Eu é que não ia encher a bola de um marido de quinta categoria e ainda me assumir como corna!”
    (Desculpe, eu não consegui ser fina e nem respeitar muito a gramática)

    Sabe quem curtiu me apoiando? Um homem!
    As mulheres ficaram curtindo quem apoiava a atitude da esposa barraqueira.


    Infidelidade masculina e o machismo feminino


    Eu casei mais de uma vez e confesso que tenho o pavio curto para certas coisas, como a traição. Confiança uma vez quebrada, dificilmente se restaura.

    O que eu vejo numa atitude destas é que muitas mulheres amam o casamento acima de si mesmas, acima do marido e até mesmo dos filhos.

    Para certas mulheres ser casada é um status social. Daí fica a explicação da mulher que fecha os olhos para o marido pedófilo que abusa dos filhos, para o marido que traí, para o marido que a trata mal (ele tem sempre um motivo e ela sabe ser compreensiva com ele), para e o marido que bebe e volta para casa embriagado.

    No momento em que uma mulher tem condições de se sustentar, de sustentar seus filhos, ela tem condição de se amar e querer um mundo melhor para ela e para sua família. Uma nova consciência nasce.


    Infidelidade masculina e o machismo feminino


    Está na hora das mulheres abandonarem o machismo rançoso que herdaram de suas mães e se assumirem como seres íntegros que não dependem de um homem para serem ou estarem.

    Se você acha que uma atitude de traição do seu marido é aceitável, pergunte a si mesma se ele aceitaria o mesmo de você. Se sim, ótimo, vocês estão num relacionamento aberto e cada uma sabe o que é melhor para si mesma, mas se for não, então tem alguma coisa muito errada por aí!

    Não aceite no outro o que o outro não aceitaria em você!

    Relacionamento a dois significa igualdade entre as partes e depende do cuidado de ambos para que floresça e prospere. Ninguém consegue ter um bom relacionamento plantando sozinha, enquanto o outro pisoteia o que você planta e desfaz da sua semeadura.

    Tem um ditado que eu gosto muito: “A mão que balança o berço, embala o mundo”.

    Cabe a nós mulheres acabarmos com o machismo!



     Fotos vintage, desconheço a autoria das mesmas

    1 de novembro de 2011

    Audrey Hepburn (curiosidades - curiosities)




    Não é a primeira vez que falo sobre Audrey Hepburn aqui no blog, mas ela é sempre um bom assunto, ainda mais agora que o filme Bonequinha de Luxo está completando 50 anos!
    Quando encontrei estas curiosidades sobre ela, resolvi trazer aqui para o blog, pois assim como Audrey dizia que "Paris é sempre uma boa ideia", eu digo que "Audrey Hepburn é sempre uma boa ideia".
    Aí vão as curiosidades ...



    1) Audrey Hepburn recebeu um cachê de 750 milhões de dólares pela sua atuação em Bonequinha de Luxo, tornando-se o segundo maior cachê pago a uma atriz na altura, sendo o primeiro o de Elizabeth Taylor pela sua premiada atuação em Cleópatra.



    2) Foi lançado, em 2000, um filme biográfico - The Audrey Hepburn Story, sobre a vida da atriz, gerando muita polêmica entre a crítica e os seu fãs pela escolha da atriz que iria desempenhar Hepburn - Jennifer Love Hewitt, que fora enxovalhada pelos espectadores de forma brutal.
    Eu nunca encontrei este filme para assistir, mas bom ou ruim, eu adoraria ver, embora também não aceite a Jennifer Love Hewitt como Audrey.




    3) O vestido usado por Audrey Hepburn em Bonequinha de Luxo foi leiloado por 800 mil dólares, o dinheiro reverteu para a construção de 15 escolas para crianças pobres indianas.



    4) Recebeu o Jean Hersholt Humanitarian Award (prémio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas), em 1993, por seu trabalho como embaixadora da Unicef. O prémio foi recebido, postumamente, pelo seu filho, Sean Hepburn Ferrer.



    5) Nas primeiras aparições que fez na televisão, Audrey Hepburn foi criticada pelos seus pés excessivamente grandes e descrita como demasiado alta, ossuda e máscula. Anos mais tarde, a atriz foi considerada pela elite da moda americana como o ideal de beleza e o ícone de uma figura física perfeita.

    6) Audrey fez uma promessa vitalícia: que nunca iria exceder os 46,5 kg. Exceto nos períodos de gravidez, a atriz nunca ultrapassou o limite que tinha estipulado.
    Este dado vária um pouco de uma fonte para outra, pois algumas afirmam que seu peso era 50 Kg.



    7) Em 1990, Audrey foi homenageada de forma invulgar: o seu nome fora atribuído a uma nova espécie de tulipa.

    8) Sean Ferrer, o filho da atriz, revelou o segredo pessoal de Audrey Hepburn para o sucesso: fazer sempre o que quis, e nunca o que os outros esperavam dela.




    9) O clima entre Audrey Hepburn e Humphrey Bogart durante as filmagens de Sabrina era tenso e dificultava a espontaneidade, e atriz esteve para ser substituída por Lauren Bacall (esposa de Humphrey Bogart).




    10) Audrey teve um degaste físico no ínicio das filmagens de Charada, pois foram iniciadas apenas dois dias após a rodagem de Quando Paris Alucina.




    11) Durante as filmagens de O Passado Não Perdoa, Audrey Hepburn foi caçar patos no lago das redondezas. O barco afundou, e atriz foi salva por uma fotógrafa que viu o acidente.
    Parece ser incorreta esta afirmação.

    12) Ainda na filmagem de O Passado Não Perdoa, Audrey Hepburn ficou gravemente ferida ao cair de um cavalo,e estava grávida de vários meses. Após 6 semanas internada, a atriz voltou à filmagem usando um colete ortopédico que dificultou a sua atuação. Alguns meses passados, sofreu um aborto e o diretor John Huston culpou-se pela tragédia - fato que Audrey desmentiu logo de seguida.




    13) A série Gossip Girl tem várias influências da filmografia de Audrey Hepburn: a personagem principal, Blair Waldorf, interpretada por Leighton Meester, idolatra a atriz e o seu filme preferido é Bonequinha de Luxo. O primeiro episódio é intitulado de Roman Holiday, em português - A Princesa e O Plebeu, a fita que garantiu o Oscar a Hepburn na categoria de Melhor Atriz.



    14) As rivalidades de Audrey Hepburn com Elizabeth Taylor foram algo que se constatou ao longo da carreira de ambas: em My Fair Lady, Hepburn interpreta a personagem principal, papel que Taylor sempre invejou e manisfestou interesse de representar. 
    Jean Simmons, o realizador de A Princesa e O Plebeu, quase interrompeu a produção do filme porque Elizabeth Taylor recusara o papel devido a projetos que a mantinham ocupada - Hepburn substituiu-a e Taylor nunca ultrapassou o sucesso que a atriz teve na personagem que a mesma recusou, ganhando até um Oscar de Melhor Atriz. 




    15) O último filme da atriz foi Além da Eternidade, que marcou o fim da sua carreira e foi um fracasso de bilheteira de Steven Spielberg como diretor.

    Estas curiosidades foram compiladas do blog Purviance, Chapin, cinema e solidão, que se encerrou em abril deste ano. Este blog, por sua vez, já estava reblogando o assunto de um blog do Sapo, que só é aberto a convidados.
    Na medida do possível eu verifiquei os dados aqui contidos, mas se existir qualquer erro, agradecerei pela correção.
    As fotos são de divulgação de filmes e fotos de estúdios de cinema. Se você souber o nome dos fotógrafos, por favor me avise que darei os devidos créditos.

    Mais referências a Audrey Hepburn aqui no blog nos seguintes posts:
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